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"QUEBRAM DENTRO DOS PACIENTES": TCDF aponta irregularidades na compra de materiais pela Secretaria de Saúde

Entre os problemas identificados estão a aquisição de produtos sem qualidade e conluio entre empresas. Nesta quarta-feira (9/3), o presidente da Corte visitou o Hospital de Ceilândia para avaliar o atendimento

Auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) que analisou a aquisição, o armazenamento e a distribuição de órteses, próteses e materiais especiais pela Secretaria de Saúde do GDF aponta indícios de fraudes na licitação para aquisição de diversos produtos.

 

A análise revelou um prejuízo de R$ 70 milhões aos cofres públicos.⁠⁠⁠⁠


Entre os achados da fiscalização estão indícios gravíssimos de possível conluio de empresas; compras sem planejamento, justificativa ou necessidade (em alguns casos com kits que dariam para ser usados até 2059); aquisição de itens obsoletos, sem qualidade, de difícil utilização pelos cirurgiões e que quebram dentro dos pacientes; inexistência de controle na distribuição; armazenamento precário, inclusive com materiais avaliados em milhões jogados no chão; entre outras supostas ilegalidades.


 

Os detalhes da auditoria serão revelados em uma entrevista coletiva marcada para as 16h30 desta quarta-feira (9/3).

                                                                                           

Fiscalização

Divulgação/TCDF

Ainda voltada para a área da saúde, a equipe do TCDF começou a manhã desta quarta-feira (9/3) com fiscalização no Hospital Regional de Ceilândia.

 

O presidente do Tribunal, Renato Rainha, e uma equipe de auditores da Corte estiveram na unidade para avaliar o acolhimento dos pacientes e a forma como é feita a classificação de risco de quem procura atendimento na urgência e na emergência.  


Presidente do Tribunal de Contas do DF, conselheiro Renato Rainha, em visita de auditoria ao Hospital Regional de Ceilândia (Foto: Tribunal de Contas do DF/Reprodução)

A intenção da visita é saber se a equipe do hospital respeita a gravidade dos pacientes para dar prioridade nos atendi-mentos, como recomenda o protocolo de classificação de risco. Outro ponto avaliado pelo TCDF é se os profissionais da unidade têm treinamento específico para atender os pacientes. Outros hospitais também serão fiscalizados pela equipe do Tribunal. Segundo a Corte, o foco das visitas é avaliar a organização da fila de espera e o comprometimento com a qualidade do atendimento. Com informações do TCDF

 

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