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MEDICAMENTO: Estoque de insulina é reabastecido na rede pública da Grande Brasília após reclamações de pacientes

Usuários afirmam que medicamento ficou em falta por mais de um mês. GDF diz que 9.500 ampolas foram repostas no estoque.

O estoque de insulina ultrarrápida foi reabastecido na rede pública de saúde do Distrito Federal nesta quinta-feira (31), com mais de um mês de atraso. O medicamento é usado, mensalmente, por cerca de 3 mil pessoas com diabetes, segundo a Secretaria de Saúde.

Fornecida pelo Ministério da Saúde, a insulina estava em falta até no Hospital da Criança, onde crianças como o filho da dona de casa Hellen Rezende fazem acompanhamento. Aos três anos, ele precisa de cinco ampolas por mês – cada uma custa R$ 90 nas farmácias comuns.

Hellen Rezende e o marido precisam da insulina fornecida pelo GDF para garantir o tratamento do filho, de 3 anos — Foto: TV Globo/Reprodução

Hellen Rezende e o marido precisam da insulina fornecida pelo GDF para garantir o tratamento do filho, de 3 ano

"Sem a insulina, ele pode entrar em coma. Ele precisa da insulina para viver", disse a Hellen. O filho vive com uma bolsa conectada ao corpo que dispara, automaticamente, a quantidades necessária de medicamento para o corpo.

No entanto, a família do pequeno não conseguiu pegar as ampolas em janeiro e precisou recorrer a um grupo de pessoas com diabetes do tipo 1 para suprir a necessidade.

Aparelho ligado ao corpo de criança com diabetes libera insulina aos poucos, de acordo com a necessidade do organismo — Foto: TV Globo/Reprodução

Aparelho ligado ao corpo de criança com diabetes libera insulina aos poucos, de acordo com a necessidade do organismo

No estoque

Agora, a Secretaria de Saúde afirma que tem 9.500 frascos de insulina ultrarrápida, disponíveis para pacientes cadastrados na Farmácia-Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB) ou na Policlínica de Taguatinga.

O subsecretário de logística da pasta, Alexandre Lage, informou que o medicamento havia sido disponibilizado pelo governo federal em outubro do ano passado, mas que a gestão anterior não chegou a recebê-lo, "com a justificativa de que não havia espaço para o armazenamento".

O estoque de fitas glicêmicas também foi reposto, segundo o governo. A Farmácia Central da Secretaria de Saúde recebeu 2,5 milhões de unidades – quantitativo suficiente suprir a demanda da rede pelos próximos 12 meses, de acordo com a pasta.

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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