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CRIME 113 Sul: STJ nega recurso e confirma júri popular para Adriana Villela por triplo homicídio

Maioria da 6ª Turma votou pela rejeição do recurso; defesa diz que ela não estava no apartamento quando os pais e a empregada foram assassinados.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, nesta terça-feira (12), recurso apresentado pela defesa de Adriana Villela no processo do crime da 113 Sul (entenda abaixo).

A decisão confirma que ela será levada a júri popular pela morte dos próprios pais e da empregada da família.

Segundo o sistema eletrônico do STJ, o julgamento foi definido por maioria na Sexta Turma, e o voto do ministro relator foi parcialmente vencido.

O placar foi de 4 votos a 1.


O caso aconteceu em 2009 e ficou conhecido como o "crime da 113 Sul", em referência à quadra onde a família morava.

 

O julgamento do recursocomeçou na última quinta (7), mas o ministro relator Sebastião Alves dos Reis pediu um prazo extra após ouvir os argumentos do Ministério Público e da defesa.

O advogado de Adriana, Antônio Carlos de Almeida Castro, disse que vai esperar a publicação do acórdão e recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo ele, a decisão desta terça erra ao propor que o tribunal do júri – composto por pessoas sem formação em direito – decida sobre provas técnicas.


 

Recurso negado

No recurso, Adriana Villela tentava desfazer uma decisão da Justiça do DF que determinou que ela seja julgada por um grupo de jurados no Tribunal do Júri. Se o STJ tivesse acolhido a demanda, todo o julgamento voltaria à "estaca zero".

A única herdeira do casal Villela é acusada de triplo homicídio qualificado: por motivo torpe, emprego de meio cruel e de forma que dificultou a defesa das vítimas. Ela sempre negou todas as acusações.

No início da análise do recurso, na quinta, o advogado de Adriana já tinha dito que tinha "certeza" da inocência da ré.

A defesa apresentou uma linha do tempo para mostrar que ela não poderia estar no apartamento quando os pais foram mortos.

O casal José Guilherme Vilela e a Maria Carvalho Mendes Villela, assassinados em 2009, em foto de porta-retrato durante missa 

O casal José Guilherme Vilela e a Maria Carvalho Mendes Villela, assassinados em 2009, em foto de porta-retrato durante missa — Foto: TV Globo/Reprodução

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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