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AEDES AEGYPTI: Secretaria de Saúde confirma quarta morte por dengue no Distrito Federal; veja balanço

Boletim epidemiológico mostra que 44 novos casos da doença surgem por dia. Pasta exige 'atenção'.

Verão é a época do ano mais propícia para a circulação do Aedes aegypti, lembra Secretaria de Saúde 

Dados divulgados pela Secretaria de Saúde, nesta segunda-feira (18), mostram que o número de casos de dengue vem aumentando no Distrito Federal.

De janeiro até a primeira quinzena deste mês, foram 3,4 milnotificações. Neste período, quatro pessoas morreram após o agravamento da doença (veja abaixo).

Segundo o relatório, em apenas uma semana, a quantidade de casos aumentou 76,3%. Resultado de imagem para dengueO índice representa uma média de 44 novas ocorrências por dia. No último balanço divulgado pela pasta, sobre o mês de fevereiro, os dados indicavam 1,9 mil notificações.


São Sebastião se destaca com "alta incidência", de acordo com a classificação da secretaria. Na região, a vigilância epidemiológica constatou, em fevereiro, 391 casos a cada 100 mil habitantes. Em janeiro o índice era menor: 194 casos a 100 mil moradores.

No Itapoã, os índices também alertam para o número elevado da doença. A Saúde contabilizou 294 ocorrências a cada 100 mil pessoas. No ranking das notificações, as regiões são seguidas pela Estrutural (229/10 mil) e Paranoá (178/100 mil).

No boletim, a pasta afirma que várias localidades "continuam a exigir atenção" em função do potencial aumento da infestação de dengue pelo mosquito. O estado de alerta se estende até o início do período de estiagem, em maio ou junho.

Mortes

O levantamento da secretaria mostrou ainda que, somente no início deste ano, a capital federal já registrou quatro mortes. No mesmo período do ano passado, apenas um óbito tinha sido constatado na Grande Brasília.

Na publicação, a secretaria não dá detalhes sobre as mortes, mas aponta que, até a última atualização, 42 casos de dengue indicavam "sinal de alarme" para Saúde distrital e outras quatro ocorrências da doença foram classificadas como "graves".Resultado de imagem para dengue

Caso suspeito

Um caso recente de óbito no Distrito Federal que pode estar relacionada à dengue é a de um produtor cultural, de 37 anos. Ele morreu após a suspeita de ter sido infectado pelo mosquito transmissor da doença. A vítima morava na Asa Sul, e o óbito foi confirmado em 2 de março.

Servidores da Saúde recolheram amostras do corpo para realização de exames. O corpo do produtor cultural foi enterrado dois dias depois no Cemitério Campo da Esperança.

Aedes

Tanto a dengue, quanta o zika e a febre chikungunya são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti, que também é vetor da febre amarela e do mayaro.

Considerada uma das espécies mais difundidas no planeta pela Agência Europeia para Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), o mosquito – que tem nome significando "odioso do Egito" – é combatido no país desde o início do século passado.

No Brasil, ele chegou a ser erradicado duas vezes durante o século XX. Na década de 1950, o epidemiologista brasileiro Oswaldo Cruz comandou uma campanha intensa contra ele no combate à febre amarela. Em 1958, a Organização Mundial da Saúde declarou o país livre do Aedes aegypti.

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Fonte: *Via G1/Clipping/Com informações Sec.Saude GDF

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