compartilhar

PESQUISA DE PREÇOS DE REMÉDIOS: APP criado em Brasília permite, com um clique, verificar valores de medicamentos

Ferramenta gratuita busca o valor máximo permitido, e o que considera justo a ser cobrado nas farmácias

O reajuste de 4,33% no valor dos medicamentos, anunciado pelo governo federal no fim de março, acendeu um alerta vermelho aos consumidores, que gastam, em média, R$ 138 na compra de remédios segundo a pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para driblar os farmacêuticos com cifras abusivas, empreendedores de Brasília desenvolveram um aplicativo gratuito para os smartphones.

Resultado de imagem para APP MEDIPREÇO

É o MediPreço, que auxilia na busca e comparação de preços nas principais farmácias do país. Desde a sua ativação, a ferramenta já gerou quase R$ 3 milhões de economia ao bolso dos brasileiros, conforme estimam os idealizadores do projeto.

Com mais de 800 mil pesquisas realizadas e 600 mil usuários ativos em 427 municípios o app se apresenta bem objetivo. Para usá-lo, basta fotografar o código de barras ou pesquisar o nome do medicamento e compartilhar por quanto comprou com a comunidade.


O sistema busca o valor máximo permitido, o valor justo (algoritmo que realiza a média dos preços informados) e as colaborações de outros usuários da região, já que possui a geolocalização. Também é possível realizar a busca por meio do nome do remédio de referência ou genérico.

“A comunidade virtual e colaborativa chegou para auxiliar os brasileiros que precisam de medicamentos com preços acessíveis e muitas vezes se encontram em uma situação de fragilidade, seja por sua doença ou pela dificuldade em comprar o remédio que precisa. Por isso, a ferramenta é gratuita e está disponível na palma da mão para auxiliar de forma ágil e eficiente na hora da compra”, explica o CEO da empresa, Alexandre Máximo.

Resultado de imagem para APP MEDIPREÇO

Pesquisa
A pesquisa da CNDL revela ainda que a maioria dos consumidores (62,2%) tem o hábito de fazer pesquisa de preço, sendo que 28,6% fazem diretamente nas farmácias.


“Acreditamos que todos deveriam fazer pesquisa de preço, mas talvez não façam porque não era algo simples. Agora, com a possibilidade de fazer pelo celular, a tendência é que mais pessoas criem o hábito, afirma o criador do MediPreço.

Além das pesquisas nos estabelecimentos, 17,2% fazem pesquisas online ― com maior frequência entre os jovens de 18 a 34 anos (23,3%) e respondentes das classes A e B (26,4%) ― e 11,2% buscam por menores preços em folhetos de propaganda.


Uma outra modalidade do app contempla descontos de até 99% nas drogarias da Drogafuji do Distrito Federal. Para isso, o usuário precisa aderir à versão paga da ferramenta. Os beneficiários dos convênios podem adquirir, por exemplo, descontos em um remédio para gastrite. Nesse caso, o Omeprazol sairia a R$ 2,68 sendo que o preço justo seria R$ 6,47 e o preço máximo de R$ 113,44.

Resultado de imagem para APP MEDIPREÇO

Resultado de imagem para APP MEDIPREÇO

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

COMENTÁRIOS