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NOVA NA CASA: Kelly Bolsonaro afirma que será o "grito rouco das ruas" na Câmara Legislativa

Kelly ressaltou que como ativista conservadora sua agenda política é a favor da família

Com plenário lotado, a deputada distrital Kelly Bosolnaro (Patriota), 32 anos, foi empossada, em ato simbólico, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Dois ônibus chegaram à Casa levando os apoiadores de Kelly.

A deputada distrital foi empossada na tarde da última sesta sexta-feira (24).

 Ela assume a cadeira na Câmara Distritalque era ocupada por Daniel Donizet (PSDB), que foi nomeado pelo governador Ibaneis Rocha para o cargo de administrador regional do Gama.Resultado de imagem para Kelly Bolsonaro

A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades locais, como o governador em exercício Paco Brito, a comandante da Polícia Militar, coronel Sheyla Sampaio, e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Emilson dos Santos. A distrital agradeceu o apoio da ministra da Mulher Damares Alves e do presidente Jair Bolsonaro, que ao ter o nome mencionado foi ovacionado pelo público que veio prestigiar a distrital.


Bastante emocionada, Kelly ressaltou que como ativista conservadora sua agenda política é a favor da família, das crianças e das mulheres brasilienses.

“Por tanto em meu mandato defenderei políticas públicas de valorização da vida, mediante a proibição do aborto. Serei o grito rouco das ruas, na Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

Ao Diário do Poder Kelly afirmou que nunca teve vontade de entrar na política, mas foi levada por esse caminho devido ao seu forte senso de justiça. “Não tinha vontade alguma de fazer política. Eu sempre tive vontade de fazer justiça, de ser uma voz para quem não tinha voz e com a minha voz gerar outras vozes”.


A distrital ressaltou que o pedido do presidente da República foi decisivo para seu ingresso. “Eu vim para a política pelo desejo de justiça de outras pessoas, inclusive do próprio Bolsonaro. Ele pediu para a gente sair como deputado para ajudá-lo, porque sozinho ele não daria conta”.

Kelly explicou que na tribuna da Câmara Distrital, durante sua fala, foi levada pela emoção ao lembrar-se de tudo que viveu até chegar ali. “Eu já vi acontecer muita coisa. Quando eu estava lá fora,  eu salvei muitas mulheres. Mulheres que não tinham vontade de viver e de ter outra vida. Eu aqui dentro posso defender elas. Antes eu não tinha como socorrer, às vezes não tinha comida dentro da minha própria casa. Agora elas têm alguém aqui”.

Em prol dessas mulheres, a distrital deseja fortalecer o trabalho que já é realizado pelas casas pró-vida no DF. “Eu penso em me unir com o Governo do Distrito Federal  para abraçar algumas casas pró-vida que não estão sendo acolhidas e abraçadas. São casas que já salvaram centenas de mulheres e seus bebês, mas não têm condições, estrutura para continuar fazendo o trabalho. Se depender de mim nenhum bebê mais vai ser morto no ventre de sua mãe”.

Kelly pretender ter uma postura independente e coerente em relação o GDF. “Estou aberta para conversar. Espero que possamos ser coerentes às necessidades do Distrito Federal. Eu não posso fechar os olhos para o que eu ver de errado. Se ele caminhar junto comigo, eu vou caminhar junto com ele. Estou aqui para fiscalizar”.

Sobre o possível curto mandato, quatro meses, a deputada afirmou que não interessa se ela ficará um mês, dois, quatro ou um ano. “A princípio são 120 dias. Talvez eu fique mais, talvez eu saia. Mas independente do tempo que eu ficar, quero fazer um bom trabalho, quero deixar minha marca”.

Em fevereiro de 2016, Kelly Bolsonaro interrompeu um jogo Flamengo x Fluminense, quando invadiu o gramado do Estádio Mané Garrincha exibindo o cartaz “Fora Dilma”.

 

Fonte: *Via Diário do Poder/Clipping

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