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ISSO É GRAVE: Servidores denunciam assédio moral a sindicato e mancham imagem da Cartão BRB

Sorte – e menos mal, embora passível de penalização criminal – que se trata de assédio moral, e não sexual, onde servidores são constrangidos por seus superiores.

A imagem da Cartão BRB – empresa vinculada ao Banco de Brasília -, que já não ia lá tão bem após associar sua marca a um grupo jornalístico em estado pré-falimentar, tende a piorar a partir de agora, com a crescente onda de denúncia de assédio na instituição.

 

Sorte – e menos mal, embora passível de penalização criminal – que se trata de assédio moral, e não sexual, onde servidores são constrangidos por seus superiores.

As denúncias estão sendo apuradas pelo Sindicato dos Bancários de Brasília. Embora a entidade classista não seja representante dos funcionários da Cartão BRB, os trabalhadores daquela coligada do BRB têm procurado o Sindicato para denunciar a prática contumaz de assédio.


As vítimas, cujos nomes são mantidos em sigilo pelo Sindicato para evitar represálias, citam nominalmente o presidente da empresa, Ralil Salomão, e o diretor de Informática, Humberto Coelho. 

 

 

O assunto, por sua polêmica, ganhou espaço no site do Sindicato, com reportagem cujos trechos são apresentados a seguir:


a) Aliás, paira no banco uma dúvida sobre como o diretor Humberto foi acomodado na diretoria da Cartão BRB, pois o que se comenta no banco é que ele foi alçado à condição de vice-presidente do BRB no governo Agnelo, pela relação política que tem com o ex-deputado e agora Conselheiro do TCDF, Paulo Tadeu.


b) A maioria dos funcionários do banco considera estranha a permanência de figura tão próxima a Agnelo na estrutura diretiva das empresas do conglomerado BRB, pois Humberto, além de, segundo se comenta, não apresentar currículo adequado para o cargo, foi linha de frente da campanha à reeleição de Agnelo, tendo, inclusive, tirado férias do banco às vésperas do pleito para se dedicar “de corpo e alma” para tentar reeleger Agnelo, projeto que se frustrou.


c) No entanto, o que se viu foi a permanência dele na estrutura diretiva do conglomerado, o que causou surpresa. Comenta-se “à boca miúda” nos corredores do Edifício Brasília que a acomodação de Humberto seria para “satisfazer” Paulo Tadeu, agora conselheiro do TCDF, com poder para “atrapalhar” Rollemberg.


d) Quanto à questão do assédio, o Sindicato condena veementemente o comportamento e buscará a Federação dos Trabalhadores no Comércio, responsável pela representação dos trabalhadores da empresa, no intuito de, Sindicato e Fetracom juntos, buscarem mecanismos para coibir a prática denunciada.


e) Por fim, o Sindicato estranha o silêncio da direção da Cartão BRB sobre um pedido de reunião para discutir a representação dos funcionários daquela empresa. Os funcionários já demonstraram a intenção de serem representados pelo Sindicato dos Bancários de Brasília. O Sindicato já discutiu o assunto com a Federação dos Trabalhadores no Comércio, que concorda com o pleito dos funcionários da Cartão. Porém, a diretoria da empresa até hoje não respondeu a um ofício do Sindicato solicitando uma reunião, embora o ofício tenha sido enviado ainda em 2015.


Ainda segundo a matéria, “diante da demora da direção da Cartão BRB em responder, o Sindicato está buscando a intermediação da Secretaria de Relações do Trabalho do DF para solucionar esta questão”. (*Por:Alessandra Pimenta Lins) - Fonte: http://www.bancariosdf.com.br/site/index.php/outros-assuntos-2015/denuncias-sobre-assedio-tomam-conta-da-cartao-brb

 

Fonte: *Notibras

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