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"TEM BOI NA LINHA": Telefonia, internet e tv a cabo recebem maior número de queixas no Procon

Ao longo de 2015, foram feitas 5.832 reclamações no Procon de Brasília. Dessas, 52% foram atendidas, ou seja, um total de 3.004

O Procon-DF (Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal) divulgou na tarde desta quarta-feira (16) o ranking das empresas responsáveis pelo maior número de reclamações no instituto.

 

Problemas com linhas telefônicas, de internet e de canais de televisão a cabo estão entre as principais queixas de brasilienses.

Posto do Procon recebe reclamações diariamente | Foto: Divulgação width=

Das 15 empresas com mais reclamações, seis que oferecem esses serviços constam do Cadastro de Reclamações Fundamentadas de 2015


Soluções

Por outro lado, as telecomunicações são as que apresentam maiores índices de solução após as denúncias. Pelo levantamento, a NET resolveu 88% das 65 queixas que recebeu em 2015; a OI, 82% das 209; a GVT, 79% das 124; a OI Móvel, 78% das 258; a TIM, 77% das 77; a SKY, 67% das 160; e a Claro, 63% das 124. A Samsung atendeu a 81% das 59 reivindicações.


As outras críticas mais comuns são para os setores de bancos e de lojas de varejo. O Itaú solucionou 79% das 71 reclamações; a Caixa Econômica Federal, 55% das 80; o banco BMG, 49% das 57; e o Santander, 33% das 64.


As lojas citadas na lista são: Via Varejo, que resolveu 62% de 107 problemas reportados; Novo Mundo, 44% de 61; e Carlos Saraiva Importação e Comércio (Ricardo Eletro), 33% de 101.


2015

Ao longo de 2015, foram feitas 5.832 reclamações no Procon-DF. Dessas, 52% foram atendidas (3.004). Segundo o instituto, esta é a primeira vez, desde que o levantamento começou a ser feito em 2013, que o número de ocorrências solucionadas é maior do que o de não resolvidas.


A divulgação da lista é feita também com os Procon estaduais e municipais integrados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça. A publicação do cadastro deve ser anual e é prevista pelo artigo 44 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

 

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