compartilhar

DE ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA: Papelarias de Brasília faturam R$ 18 milhões com programa material escolar

Benefício alcançou 36 mil famílias de baixa renda. Vendas cresceram quase 60% nas 333 empresas do ramo

Além de beneficiar 64 mil alunos da rede pública de ensino, o programa material escolar representou um volume de vendas de R$18,6 milhões das papelarias do Distrito Federal entre maio e junho deste ano, período da vigência do benefício.

 

Isto significou 58,5% de aumento no faturamento das empresas no período, além de regularizações fiscais e empregos temporários.

Segundo balanço do Banco de Brasília (BRB), 333 empresas foram habilitadas para comercializar os itens escolares previstos no edital do programa.

 

As secretarias de Desenvolvimento Econômico (SDE) e de Educação trabalharam em conjunto e conseguiram atender alunos de 36 mil famílias carentes e inscritas no Bolsa Família.

Do ponto de vista fiscal, o programa também foi um sucesso. Segundo o subsecretário de Relação com o Setor Produtivo, Márcio Faria Júnior, cerca de 20% das empresas credenciadas, ou seja, 66 empresários colocaram sua situação tributária em dia para atender aos alunos.

“As empresas negociaram seus impostos com a Fazenda para se tornarem novamente regulares. O programa deu um novo fôlego para que eles pudessem voltar a crescer”, esclareceu o subsecretário.

Empregos

O presidente do sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Papelaria e Livraria do Distrito Federal (Sindipel-DF), José Aparecido da Costa Freire, comemora o sucesso do programa.

“Eu destaco a geração de 600 empregos temporários que podem ser tornar fixos e a arrecadação dos impostos que ficaram no DF. Além disso, o programa trouxe mais cidadania para pais e alunos que puderam escolher o seu material escolar”, reconhece José Aparecido.

Os estudantes do ensino fundamental receberam R$320 para comprar até 24 itens escolares e os de ensino médio tiveram R$240 para garantir materiais como mochilas, cadernos e canetas.

 

As famílias de baixa renda, cadastradas no Bolsa Família e com mais de um estudante receberam um único cartão com o crédito acumulado para efetuar suas compras.

 

COMENTÁRIOS