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CHACOTA COM O CADE: Cartel dos Combustíveis reajusta a gasolina e desafia autoridades, afirma Vigilante

Aumento, feito na noite do último sábado (19), pegou os consumidores da Grande Brasília de surpresa.

Na mesma semana em que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) anunciou o nome do interventor para a Rede Cascol, o cartel dos combustíveis do Plano Piloto e cidades-satélites atacou mais uma vez o bolso dos consumidores ao aumentar preço da gasolina em R$ 0,03 centavos. 

 

Com isso, o produto comum que estava sendo vendido nos postos a R$ 3,87, passou para R$ 3,90 e R$ 3,99, na versão aditivada.

 


“O cartel não tem limites. Estão fazendo chacota das autoridades, que devem reagir”, denuncia o deputado Chico Vigilante, relator da CPI dos Combustíveis da Câmara Legislativa do DF.


O aumento, feito na noite do último sábado (19), pegou os consumidores da Grande Brasília de surpresa. A expectativa era justamente que ocorresse o contrário com a nomeação do interventor na administração do grupo.

 

O nome de Wladimir Eustáquio Costa, escolhido interventor na rede Cascol, foi anunciado pelo superintendente-geral do Cade , Eduardo Frade Rodrigues, na quinta-feira (17). A intervenção terá duração de 180 dias, podendo ser prorrogada até o final das investigações.


Para  Vigilante, mais uma vez, o cartel mostrou que não tem escrúpulos ao efetuar mais um reajuste sem justificativa. Quando o paramentar foi o relator da CPI dos Combustíveis, que investigou a existência do Cartel em 2003, ficou provado que, para cada R$ 0,01 centavo reajustava, representava um lucro de R$ 1 milhão no bolso dos empresários.


“É necessário que o Ministério Público, a Policia Federal e o Cade tomem as providencias necessárias para coibir mais esse abuso. Este grupo está zombando das autoridades”, afirmou Vigilante.

Ele defende que a presidente Dilma Rousseff tabele o preço dos combustíveis.


Procurada, a Rede Cascol se limitou a dizer que o interventor ainda não assumiu a gestão da rede e sugeriram que os preços são fixados pelas distribuidoras, como de costume.


Segundo nota da assessoria, a Cascol Combustíveis não comenta preços.

Mas reforça que assinou com o MP um acordo, que fixa por seis meses como margem de comercialização o percentual de 15.87% sobre a gasolina comum. Trata-se de execução provisória proferida pela 3° Vara Cível de Brasília”, finaliza a nota.

 

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