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MUSEU DO ÍNDIO: Memorial dos Povos Indígenas reabre com exposição sobre irmãos Villas-Bôas

A mostra ficará disponível para visitação por seis meses, até 19 de outubro

Depois de passar por reforma e ter o acervo revitalizado, o espaço destinado à diversidades e riqueza da cultura indígena no Distrito Federal, o Memorial dos Povos Indígenas (MPI), será reaberto ao público em 19 de abril, Dia do Índio.

 

 

Segundo o coordenador de Museus e Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura do GDF, Pedro Paulo Palazzo, pequenas adequações, como reparo de infiltração na marquise da entrada principal, pintura das paredes e do teto da galeria, limpeza da cobertura para eliminação de focos de mosquitos e verificação de entupimento de calhas, estão sendo executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e por servidores do memorial, para a melhoria do espaço.



Em breve, também devem ser licitadas obras para providenciar o fechamento das aberturas junto à parede externa da galeria, a fim de impedir a infiltração de água da chuva e a instalação de películas nas vidraças para dificultar a entrada de raios ultravioleta, que aquecem o ambiente e podem danificar as obras.

“O local foi fechado à visitação em 15 de março e reabrirá com a inauguração da exposição Irmãos: o Xingu dos Villas-Bôas em uma data importante que é o Dia do Índio, comemorando também os 55 anos da demarcação do Parque Nacional Indígena do Xingu, a maior reserva de comunidades nativas no mundo e maior reserva ambiental terrestre no Brasil, e os 100 anos do nascimento de Cláudio Villas-Bôas”, explica.



A exposição ficará disponível para visitação por seis meses, até 19 de outubro. No local, os visitantes poderão conferir obras do artesanato indígena coletados por Orlando Villas-Bôas e filmes sobre o Xingu. Durante a mostra, um programa educativo também terá jovens estudantes indígenas para atuarem como mediadores com público.


Melhorias
Um projeto de reforma de grande porte para a ampliação do MPI aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi enviado para a Central de Aprovação de Projetos da Secretaria de Gestão do Território e Habitação para avaliação.

 

O coordenador de Museus da Secretaria de Cultura explicou que a proposta contempla a adequação do edifício às normas de acessibilidade e prevenção contra incêndios, bem como a modernização e a ampliação da reserva técnica e do laboratório de restauro. “A obra está estimada em R$ 13 milhões e depende de disponibilidade orçamentária do Governo do DF para a licitação”, detalha Palazzo.



A ideia é que a promoção de melhorias no espaço se reflita em mais conforto para os visitantes. “Estamos, por fim, visando ao planejamento de atividades do MPI para garantir uma programação continuada de exposições e ações educativas, incluindo treinamento dos servidores no atendimento ao público”, afirma.

 

Em 2015, o museu foi o terceiro museu mais visitado entre aqueles administrados pela Secretaria de Cultura, com 37.488 pessoas, atrás apenas do Museu Nacional e do Espaço Lucio Costa, ambos na Esplanada dos Ministérios. “Pretendemos atingir o número de 60 mil visitantes em 2019, seguindo a meta estabelecida no Plano Nacional de Cultura”, conclui.

 

Fonte: *CB - Clipping

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