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IMUNOLOGIA: Brasília participará da Semana Mundial de Alergia à partir da próxima 2a. feira

De 4 a 10 de abril, haverá palestras gratuitas em centros de saúde e hospitais da rede pública. Teste de puntura detecta hipersensibilidades

Com palestras gratuitas sobre o assunto, a rede pública de saúde do Distrito Federal participará da Semana Mundial de Alergia.

 

 

A abertura será em 4 de abril, às 9 horas, no auditório da Secretaria de Saúde (fim da Asa Norte, no antigo prédio da Câmara Legislativa).

 

Neste ano, o tema é Alergias ao Pólen — Adaptação às Alterações Climáticas, escolhido pela Organização Mundial da Alergia.

 

Promovidos pela Coordenação de Alergia e Imunologia, da secretaria, os encontros ocorrerão de 4 a 10 de abril, em centros de saúde e hospitais (acesse a programação).

Unidades de alergia imunologia AgenciaBrasiliaEm Brasília, há 11 unidades da rede pública de saúde com especialistas em alergia e em imunologia (veja a arte).

 

Para marcar consulta com eles, é preciso procurar antes o centro de saúde mais próximo e passar por um clínico geral ou um pediatra, que farão o encaminhamento.

 

"São necessários uma história clínica detalhada e exames físicos e complementares para podermos fazer o diagnóstico", afirma a coordenadora, a médica alergista e imunologista Marta Guidacci.

 

 

O acompanhamento do paciente após a consulta dependerá da gravidade e da existência de vagas nas unidades de saúde.


Teste
O meio mais simples e rápido para detectar alergias é o chamado prick test (teste de puntura). Extratos alérgenos (de ácaros, de fungos, de cachorros, de gatos, de alimentos) são colocados na pele e, depois de 20 minutos, se a pessoa for alérgica, aparecerá uma elevação na pele (pápula).

 

"Dependendo do tamanho, se for maior do que três milímetros, é comprovada alergia às substâncias que provocaram a reação", explica a médica. Segundo ela, existem ainda os testes de laboratório com exame de sangue. O tratamento é feito com remédios e/ou vacinas, dependendo do caso.


Prevenção
Para prevenir crises alérgicas, Marta recomenda controlar o ambiente em casa, evitando, por exemplo, almofadas, bichos de pelúcia, carpetes, cortinas, móveis estofados e tapetes. Colchões e travesseiros devem ser revestidos com material sintético impermeável e as paredes, pintadas com tinta lavável.

 

Também fazem parte das boas práticas limpar a residência diariamente com pano úmido ou aspirador de pó; não usar umidificadores e vaporizadores (porque estimulam o crescimento de ácaros e de fungos); e praticar esportes.

 

 

Segundo a coordenadora, as alergias mais comuns no Brasil são as provocadas pelas fezes dos ácaros presentes na poeira doméstica.

 

 

Mudanças climáticas, fumaça de carros e de cigarros estão também entre fatores que podem precipitar respostas anormais do organismo. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, o Distrito Federal tem de 720 mil a 870 mil pessoas alérgicas. No mundo todo, estima-se que 30% a 40% da população apresente pelo menos um tipo de hipersensibilidade.

 

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