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OPERAÇÕES NO SIA: Polícia fecha depósito de combustível e apreende remédios proibidos

As operações Combustível Puro e Remédio Legal levaram à apreensão de 1.000 litros de combustível e de centenas de comprimidos

A Polícia Civil fechou um depósito clandestino de combustível, no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA) e prendeu dois homens que vendiam medicamentos proibidos no país, como o cytotec (abortivo) e a sibutramina (para emagrecimento).

 

Esta última ação ocorreu no Riacho Fundo.

 

Ao todo, foram apreendidos 1.000 litros de combustível e centenas de comprimidos.


As apreensões ocorreram na tarde de quarta-feira (31/3) e foram coordenadas pela Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DCPIM). Elas fazem parte das operações Combustível Puro e Remédio Legal.

Polícia Civil/Divulgação

 

Os agentes da DCPIM começaram as investigações há dois meses. Eles chegaram até os vendedores de remédios depois de analisarem anúncios na internet.

 

Alan Guimarães Mares, 35, e um primo compravam as cartelas de cytotec por R$ 300 e revendiam por valores entre R$ 1.200 e R$ 1.400. Uma cartela tem 10 comprimidos, mas, na maioria das vezes, eles vendiam lotes com cinco – o suficiente para realizar o aborto, segundo relataram em depoimento à polícia.


Os dois compravam os medicamentos em Taguatinga, há pelo menos quatro meses, e revendiam no Riacho Fundo. Alan era o responsável por conseguir os comprimidos e o primo dele fazia a negociação pela internet. A polícia prendeu os dois em flagrante e eles podem pegar entre 10 e 15 anos de retenção.


Combustível
Os integrantes da Operação Combustível Puro chegaram até o local de venda irregular, no SIA, após receberem denúncias. “Fizemos campanas. Identificamos que o proprietário tem um quiosque no local  e trabalha lá há mais de 20 anos. Ele cobrava R$ 65 por cada 20 litros”, afirmou o delegado adjunto da DCPIM, Elder Arns Pedron.


Segundo ele, Jorge Mercedes Souza Brito, 53 anos, conseguia desviar combustível das transportadoras e fazia a revenda ilegal. No momento da abordagem, uma pessoa comprava combustível. “A lei proíbe que qualquer pessoa pratique a venda desse tipo de produto se não for posto autorizado”, completou o delegado. Jorge foi autuado e liberado na audiência de custódia.

 

Fonte: *Metropole - Clipping

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