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RECAPEAMENTO: 14 localidades da Grande Brasília receberam a operação tapa-buraco nesta semana

Onze empresas iniciaram com a Novacap e as administrações regionais o trabalho de recapeamento das ruas e avenidas

Com 11 novas empresas contratadas, a operação tapa-buraco voltou em definitivo nesta semana.


Foram percorridas, de segunda (9) a sexta-feira (13), as seguintes localidades da Grande Brasília: Águas Claras, Ceilândia, Guará, Gama, Lago Sul, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Samambaia, Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia), Sobradinho II, Taguatinga e Vicente Pires.


Segundo o diretor interino de Urbanização da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Márcio Buzar, as maiores demandas vêm de Ceilândia e Taguatinga.

"O asfalto desses locais está muito comprometido após as chuvas e, por isso, precisa de intervenção mais direta", explica. De acordo com ele, o cronograma de atividades é feito diariamente e repassado às empresas executoras.


Para assegurar a qualidade, as características do pavimento usado serão avaliadas periodicamente pela Novacap. A companhia tem laboratório com equipamentos capazes de medir a espessura do produto, a temperatura da massa e a quantidade de areia empregada na fabricação.


Além das 11 empresas, a Novacap atua de maneira integrada com oito equipes de recapeamento. O órgão é responsável pela maioria das ruas internas de Brasília (aquelas nas proximidades de residências e comércios) e pelo Eixo Monumental. Algumas vias, como a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), os Eixos Rodoviários Sul e Norte e a Avenida L4 Sul, são de responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).


Soma-se a esse serviço o trabalho das administrações regionais, que têm equipamento e pessoal próprio e podem requerer massa asfáltica na companhia.


Economia
As vencedoras foram escolhidas pela Novacap por meio de licitação — iniciada no fim de 2015 e atualmente em fase de homologação dos contratos. O custo por empresa ficou, em média, 17% abaixo do previsto. A estimativa é desembolsar R$ 10 milhões por mês.


O contrato tem validade de cinco anos, prorrogável por mais um. A última licitação pública para esse tipo de serviço ocorreu em 2009. Na ocasião, sete participantes saíram vencedores e ficaram responsáveis pelas operações até 2014, quando o contrato terminou.

Desde então, equipes da própria Novacap têm feito o trabalho nas cidades-satélites.


Desta vez, o processo dividiu o Distrito Federal em 16 lotes:


Asa Sul e Lago Sul; Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, SIA e SCIA;


São Sebastião e Jardim Botânico;


Asa Norte, Lago Norte e Varjão;


Sobradinho, Sobradinho II, Itapoã e Paranoá;


Planaltina;


Santa Maria e Park Way;


Samambaia;


Recanto das Emas e Riacho Fundo II;


Águas Claras e Vicente Pires;


Candangolândia, Guará, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo I;


Taguatinga Sul; Taguatinga Norte, Ceilândia Norte e Brazlândia;


e Ceilândia Sul.


De acordo com Buzar, os contratos preveem a recuperação e recomposição de vias e logradouros públicos, com recuperação de pavimento asfáltico — incluindo, se necessário, substituição por fresagem, reciclagem ou reposição de concreto asfáltico, recuperação e construção de elementos de base do pavimento e drenagem pluvial.


Na Justiça
Ao fim de abril, uma das empresas participantes da concorrência questionou, no Tribunal de Contas do DF, a legalidade do processo de contratação das vencedoras. Esse procedimento impediu o início imediato do trabalho.


Uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios em 6 de maio permitiu a retomada dos trabalhos.

 

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