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PENTECOSTES: Evento católico reuniu mais de 400 mil pessoas no Taguapark nesta 6a. feira

Mais uma vez, foi encabeçado e apresentado pelo padre Moacir Anastácio, da Paróquia São Pedro, de Taguatinga.

As celebrações da Semana de Pentecostes 2016 começaram na noite desta sexta-feira (13/5) e continuam até este domingo (15/5).

 

O primeiro dia da tradicional festa católica reuniu 400 mil fieis no Taguaparque, em Taguatinga.

 

O evento, mais uma vez, foi encabeçado e apresentado pelo padre Moacir Anastácio, citado na operação Lava-Jato da Polícia Federal e suspeito de receber, do senador Gim Argelo, dinheiro proveniente de propina, que seria lavado na paróquia do religioso.


O evento começou por volta das 19h10. Na homilia, o padre Moacir falou sobre o primeiro e o último encontro de Pedro com Jesus. Com muita cantoria, os fieis saudaram a imagem da Virgem Maria, que ficou no centro do palco durante a celebração.

 

Para ajudar a pagar o evento, o sacerdote pediu por doações. “É isso mesmo. Não tem outro dinheiro além do que está no seu bolso. Tira esse dinheiro e ajuda a pagar a Festa de Pentecostes. A igreja vive de doações”.

O vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana, compareceu à festa. “O pentecostes é uma festa da Igreja Católica, uma festa de paz. Eu, como católico, não poderia deixar de vir. As pessoas vêm celebrar e professar sua fé. E tem outro fator. Movimenta a economia. Cabe ao governo apoiar. Tem iluminação pública, gente que paga imposto, a gente apoia”, afirmou.

Questionado sobre o envolvimento do padre Moacir com Gim Argelo, o vice disse que não poderia “julgar ou prejulgar” o religioso. “O que está fora do evento cabe ao padre, que deu sua explicação. Se existe um órgão para apurar (o que aconteceu), eles farão isso. Eu vim professar minha fé. Não posso julgar e nem prejulgar. Conheço o padre e fui visitá-lo em um momento de turbulência”, afirmou.


“O padre foi ouvido. Com certeza apresentou documentos e deu sua explicação. Não podemos cometer a injustiça de prejulgar e hoje aqui não é fórum para isso. Muitos que vinham aqui no auge do padre, vinham explorar a igreja, pelo capital político. Porque não estão aqui hoje? Quem não deve não teme”, completou

Geraldo Magela também foi ao evento, mas não quis se pronunciar sobre o envolvimento do padre com Gim. “Eu não venho como político. Venho desde o segundo ano de celebração. Aqui conseguimos reunir com o Espírito Santo e promover as mudanças que queremos”, disse.

 

 

 

Fonte: *CB - Clipping

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