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AINDA AEDES AEGYPTI: Grande Brasília tem 17.867 moradores com suspeita de dengue desde janeiro

Foram 12 mortes pelo vírus. Nesta semana, 270 militares vistoriam casas nos Lagos Norte e Sul para buscar focos do mosquito transmissor da doença

 

A Secretaria de Saúde registrou, desde o início do ano, 17.204 casos de suspeita de dengue — doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti — em moradores de Brasília.

 

Também houve registro de 2.213 residentes de outras unidades da Federação, que deram entrada em hospitais do Distrito Federal com sintomas. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 23, divulgado nesta quarta-feira (8) pela pasta.


Dos brasilienses notificados, 15.167 são classificados como prováveis infectados pelo vírus. Para uma melhor definição, conforme recomendação do Ministério da Saúde, a secretaria substituiu a nomenclatura “confirmada” por “provável”.


As cidades-satélites com o maior número de ocorrências são Brazlândia (1.927), Ceilândia (1.648), São Sebastião (1.568), Planaltina (1.349), Taguatinga (1.190) e Samambaia (1.137).

 

As seis localidades somam 8.819 pessoas infectadas, o que corresponde a 58% do total.

Neste ano, 12 pessoas morreram de dengue, e outras nove manifestaram a forma grave (hemorrágica), mas estão curadas.


Zika e chikungunya

O boletim apresenta ainda dados do zika vírus e da febre chikungunya, também transmitidos pelo Aedes aegypti. Pelo informativo, 170 moradores de Brasília foram infectados com o zika vírus.

 

 Taguatinga (31), Plano Piloto (22), Águas Claras (11), Lago Norte (11) e Lago Sul (8) são as regiões administrativas com a maior quantidade de ocorrências. 

Entre as gestantes, identificaram-se 32 com zika. Dessas, 20 moram no Distrito Federal e 12 em outras unidades federativas (11 em Goiás e uma em Mato Grosso).

A febre chikungunya foi confirmada em 111 moradores do DF. Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Plano Piloto estão entre as regiões mais afetadas.

Força-tarefa

Nesta semana, equipes do Corpo de Bombeiros Militar, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira fazem vistorias em residências do Lago Norte e do Lago Sul em busca de possíveis criadouros do mosquito. Os trabalhos começam às 8 horas e seguem até as 13 horas. Para essa operação, mobilizaram-se 80 bombeiros, 120 militares do Exército e 70 da Aeronáutica.

 

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