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FESTAS JUNINAS: Nunca é demais alertas para quem gosta de soltar fogos de artifícios

Os meses de junho e julho são uns dos períodos mais esperados do ano, pois é quando acontecem as festas juninas. Bandeirolas, fogueiras, balões e o melhor: comidas típicas.

 

Mas, a utilização de fogos de artifício ainda preocupa. As lesões provocadas por esses produtos são graves e difíceis de recuperar.

 

Dados da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ) mostram que, durante as festas juninas, os atendimentos a pessoas que sofreram queimaduras nas emergências dos hospitais chegam a dobrar.

 

Mais de 80% das vítimas são crianças e, por isso, é fundamental nesse período que os pais e responsáveis fiquem atentos à utilização.


Segundo informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) - referência no atendimento a queimados – realiza em média 100 atendimentos a pacientes adultos, vítimas de queimaduras no ambulatório (entre consultas e curativos), mensais, e 250 internações anuais.

 

Em casos pediátricos, as internações giram em torno de 150 por ano. Em 2016, este número já chegou a 45, em pacientes de 0 a 18 anos. A média de atendimento diário, no pronto-socorro de queimados, é de 10 pacientes. “No período de festas juninas esta média aumenta em, pelo menos, 20%”, afirma a Secretaria.

De acordo com o empresário de uma loja de venda de fogos de artifício no Núcleo Bandeirante, Roberto Batata, este é o período do ano em que a venda é maior. “Os fogos têm que ter indicação de uso e idade adequada para manuseio, que deverão estar descritas nas embalagens dos produtos”, afirmou.

 

Fonte: *Alô - Clipping

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