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PESQUISA: Quase 20 por cento da população brasiliense está desempregada

Levantamento da Codeplan aponta que mais 9 mil pessoas ficaram sem emprego em um mês. Em um ano, 74 mil perderam vaga; desocupação é maior entre mais pobres.

O Distrito Federal registrou 299 mil desempregados no mês de maio, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Secretaria de Trabalho do GDF, publicada nesta quarta-feira (29).

 

O estudo aponta um aumento de 9 mil pessoas desocupadas de abril para maio. Em um ano, a Grande Brasília teve aumento de 74 mil desempregados.


De acordo com a publicação, 18,9% da população do Distrito Federal está desempregada. O índice aumentou 0,3% comparado com o registrado no mês anterior. Em um ano, 47 mil pessoas perderam seus empregos, enquanto 29 mil vagas foram abertas.



No período avaliado, 7,4% da população das localidades mais ricas da capital federal estavam desocupadas. Nos locais de renda intermediária, 15,7% das pessoas não tinham trabalho regular. Nas áreas de renda mais baixa o valor atingiu 22,8%.


A pesquisa registrou aumento do nível de ocupação de 3 mil pessoas na indústria de transformação (6,4%), 6 mil no comércio (2,6%), 7 mil no setor de serviços (0,8%) e 2 mil na administração pública (1,1%). A construção civil foi o único setor a apresentar redução no contingente, com menos 3 mil vagas (-4,6%).


No setor privado houve estabilidade no número de trabalhadores assalariados com aumento de 2 mil posições (0,5%) enquanto no setor público houve diminuição de mil posições (-0,4%). O assalariamento com carteira assinada teve redução de 4 mil posições (-0,7%) no setor privado enquanto o assalariamento sem carteira registrou aumento de 7 mil vagas (7,6%).


A pesquisa registrou aumento de 3 mil no número de empregados domésticos (3,9%) e estabilidade entre autônomos, com redução de 1 mil posições (0,6%). Nas demais posições houve elevação de 7 mil (6,4%).


O rendimento médio anual dos ocupados passou a ser de R$ 2.384 e registrou redução de 1,5%, enquanto o dos assalariados reduziu 1,4% e resultou em R$ 2.870. Os autônomos tiveram rendimento médio correspondente a R$ 1.631 e registraram elevação de 5,6%.

 

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