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CUIDE-SE: Brasília registrou 163 pessoas com H1N1 desde janeiro

Segundo boletim divulgado nesta sexta-feira (1º), 114 moradores do Distrito Federal apresentaram a doença na forma grave

A Secretaria de Saúde confirmou 163 casos de H1N1 em Brasília desde janeiro deste ano. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 13 divulgado nesta sexta-feira (1º).

 

Das confirmações, 114 apresentaram a doença na forma grave — os pacientes tiveram febre, tosse, dores na garganta, na cabeça ou no corpo.


Assim como na semana anterior, 13 pessoas morreram desde o início do ano.

Dos casos que terminaram em morte, dez tinham algum fator de risco (menor de 5 anos, acima de 60, mulher com até 45 dias pós-parto, pessoa com mais de uma doença).


Dezesseis gestantes foram diagnosticadas com H1N1, sendo que nove eram casos graves e sete, de menor gravidade. O estudo apontou que 21 moradores da Asa Norte, 16 de Ceilândia, 14 do Gama e 14 de Santa Maria foram contaminados. As localidades foram as que mais apresentaram a doença.


Como se prevenir da gripe H1N1

Hábitos de higiene são fundamentais para evitar o contágio. Uma das medidas é sempre lavar as mãos, principalmente antes de consumir alimentos e depois de tossir ou espirrar.

 

Também é importante manter ambientes ventilados e não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.

 

Vacinação contra o H1N1 no Centro de Saúde nº 8, na Asa Sul

Crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há até 45 dias e trabalhadores de saúde das redes pública e privada podem ser vacinados contra a influenza A (H1N1).

Os grupos foram priorizados pela Secretaria de Saúde para o início da campanha nacional por apresentarem maior risco de desenvolver complicações devido à doença.

Além da imunização, para se proteger do H1N1, recomenda-se redobrar cuidados durante os próximos meses, já que o inverno é uma das estações de maior incidência da gripe. Da mesma forma que outros vírus — como bocavírus, rinovírus e adenovírus —, ele pode causar resfriados, influenza (ou gripe, como é conhecida) e síndrome respiratória aguda grave, quadro mais severo dos três.


Segundo a diretora de Vigilância Epidemiológica e Imunização, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Cristina Segatto, é importante diferenciar os três tipos para a escolha da melhor forma de tratamento. “O resfriado, por exemplo, é mais leve. Geralmente, os pacientes apresentam rinite, não têm febre e se curam apenas com repouso e ingestão de líquidos”, explica.


Sintomas
A gripe, no entanto, exige cuidados extras. Ela afeta, principalmente, nariz, garganta, boca, brônquios e, ocasionalmente, pulmões. Os sintomas mais comuns são febre em torno de 38 graus, calafrios, mal-estar, dores no corpo, dor de garganta, prostração, coriza e tosse seca. A infecção dura cerca de uma semana e a transmissão ocorre entre as pessoas por meio das vias respiratórias.


O paciente gripado tem de ficar atento e, caso os sintomas piorem, procurar um médico. “Se a febre alta continuar por mais de três dias e a pessoa começar a sentir falta de ar, é possível que tenha desenvolvido síndrome respiratória aguda grave e é necessário que seja internada”, alerta Cristina.


Para evitar o contágio pelo H1N1, as medidas são similares aos de outros vírus causadores da gripe. Lavar as mãos com água e sabão, evitar lugares aglomerados, cobrir a boca com o antebraço — em vez de usar as mãos, na hora de tossir e espirrar — estão entre exemplos importantes enumerados pela diretora. Pacientes infectados com o vírus também podem utilizar máscaras se precisarem sair de casa. “Dessa forma, a pessoa protege tanto a si quanto a quem está próximo.”

H1N1 AgenciaBrasilia


 

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