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ETE MELCHIOR: Greve paralisa obra da Caesb por 66 dias e prejudica o meio ambiente

Uma obra importante da Caesb e para o meio ambiente está parada há 66 dias por causa do movimento grevista que não permite a entrada de caminhões, equipamentos e mão de obra para realizar os serviços de construção de uma Unidade de Gerenciamento de Lodo (UGL), na Estação de Tratamento de Esgotos de Melchior, na cidade-satélite de Samambaia.

 

A obra não tem qualquer vinculação com o movimento grevista dos empregados, pois a empresa é particular e foi contratada por licitação.


O investimento na obra é da ordem de R$ 15 milhões e, segundo o diretor de Engenharia, Marcos Mello, esse atraso, com certeza, trará prejuízos financeiros para a Caesb, que terá de bancar o custo administrativo da contratada pelo tempo de paralisação.


“Além disso, a obra estava prevista para terminar em outubro, mas o atraso será muito superior aos 66 dias, pois teremos que mobilizar tudo novamente e os serviços irão coincidir com o período de chuva”, afirma o diretor.


Na melhor das hipóteses, a Caesb espera concluir a UGL nos primeiros meses do ano que vem, “uma obra que poderia ficar pronta agora em outubro e que é essencial para o meio ambiente e o processo de gerenciamento de lodos da Companhia”, garante Marcos Mello, preocupado com as consequências da paralisação da obra.

O lodo do tratamento de esgotos, depois de gerenciado, tem sido

 aproveitado na recuperação de várias áreas degradadas do Distrito Federal, principalmente do terreno

 próximo à Rodoferroviária, que está em fase final de conclusão.

 

A Caesb tentou, de várias maneiras, negociar com o sindicato a liberação da entrada dos caminhões, equipamentos e mão de obra da empresa que faz os serviços, mas não obteve sucesso.

 

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