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O EMBATE: Suspense nas negociações entre Polícia Civil com o GDF

Sem interlocução

O embate entre o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e as associações que representam a Polícia Civil do DF atinge agora o momento mais crítico.

 

O Ministério do Planejamento encaminhou, na quinta-feira, ao Congresso a mensagem que prevê o reajuste de 21% para a Polícia Federal.

 

É tradição que os governos do Distrito Federal sigam esse percentual e enviem ao mesmo tempo o projeto para autorizar o aumento para policiais civis.

 

Rollemberg não fechou as portas para a paridade, tampouco anunciou uma decisão sobre o assunto. Mas não vai dar uma boa notícia agora para os policiais civis. 

 

 

Portas fechadas

Rodrigo Rollemberg está sendo aconselhado por assessores diretos a não tratar de reajustes salariais com a Polícia Civil, depois da declaração de guerra das associações que representam a classe. O Sindepo e a Adepol ofereceram 15 delegados para ajudar nas investigações da CPI da Saúde. "Se o governo começar a negociar agora, vai parecer que está cedendo a uma chantagem", diz um importante assessor do governador.

 

Sem interlocução

A Polícia Civil do DF precisa encontrar um interlocutor com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). A secretária de Segurança Pública, Márcia de Alencar, não tem defendido a classe e os parlamentares que a representam estão na oposição. É o caso do deputado distrital Wellington Luiz (PMDB), que comanda a CPI da Saúde, e do deputado federal Laerte Bessa (PR), crítico feroz da gestão de Rollemberg. 

 

Fonte: *Via Eixo Capital/CB/Clipping

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