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ATÉ EM BRASÍLIA: Evento reúne 1,5 mil jogadores do Pokemon Go no Parque da Cidade

Com os celulares em mãos, conexão com a internet e o GPS ligado, os brasilienses se prepararam no domingo para se tornar mestres pokémons.

 

Um dos mais conhecidos desenhos dos anos 1990 – de origem japonesa – voltou com toda a força desde o lançamento do novo jogo, o Pokémon Go. No Brasil, ele começou a funcionar oficialmente na quarta-feira passada, e, só nas primeiras 24 horas, houve cerca de 50 milhões de downloads.


Hoje, um evento organizado por meio do Facebook atraiu 1,5 mil pessoas ao Ana Lídia, no Parque da Cidade. E quem pensa que só havia adolescentes está errado: tinha gente de todas as idades. Inclusive o jornalista Antônio Brum, 50, que, quando viu um monte de gente reunida para pegar os monstrinhos, não resistiu e se juntou à turma.

Gabriel Pereira/Metrópoles

Como mestre, Antônio é da equipe amarela, Instict, e está em busca de pegar o pokémon preferido, o Pikachu. Ele não era fã do desenho, até já tinha assistido, mas agora está tão ligado no joguinho que confessa ter passado por apuros: “Quase tropecei um dia porque estava com o celular na mão”. Depois disso, resolveu prestar mais atenção.


João Henrique Monteiro, por sua vez, é da equipe vermelha, Valor. Ele organizou o evento para prestigiar o jogo que gosta desde criança. Para João, o sucesso ocorreu porque Pokémon passou por várias gerações. O organizador escolheu o Parque Ana Lídia por ser um local central, acessível e com muitas PokeStops (locais onde se pode pegar mais pokebolas, que são os objetos utilizados para capturar os animais).

Tanto no desenho dos anos 1990 quanto no jogo, os mestres devem encontrar os pokémons, participar de times, batalhar contra os oponentes nos ginásios e fazer a evolução deles – levá-los a um outro nível e torná-los mais fortes. Atualmente, são três equipes: a Instict, a Mystic (azul) e a Valor.

“A interatividade é a pegada do jogo. Tem que sair de casa. Não tem mais desculpa para ficar só no videogame”, diz Monteiro. Ele lembra que há histórias de crianças com um grau de autismo grave e que, por causa do jogo, resolveram sair de casa para ir à caça.

 

Fonte: *Via JBr - Clipping

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