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FAVELA BEIRA-LAGO: Era de se esperar e omissão do GDF abre espaço para favelização

SURGEM NA QL 8 SINAIS DE OCUPAÇÃO IRREGULAR DA ÁREA DESOCUPADA

Um ano após a derrubada das cercas, ao menos uma primeira favela começa a se formar à beira do Lago Paranoá, na altura da QL 8, sem que se perceba qualquer reação das autoridades, tampouco da Agefis, a agência fiscalizadora

 

Barracas começaram a ser montadas e varais com roupas estendida indicam já a existência de rotina de moradores. A área invadida é a mesma que antes integravam os terrenos das casas da região, cujas cercas foram derrubadas.

A derrubada foi iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2015, após decisão judicial transformada em factóide pelo governo do DF, que demostrou não estar preparado para administrar desocupação.

Os muros e cercas erguidos na faixa de até 30 metros do espelho de água até os lotes residenciais começaram a ser derrubados naquela ocasião, a pretexto de "preservação ambiental " e de permitir acesso livre à toda a orla do lago. O problema é que o GDF se mostra incapaz ocupar a extensa área litorânea, com obras de urbanização, equipamentos públicos, iluminação e vigilância. Com isso, a área praticamente abandonada se transformou em alvo fácil para invasores.

 

 

 

 

A ex-administradora do Lago Sul Natanry Osório reclamou da situação e afirmou que o local atrai moradores de rua. “Nós, membros do Conselho Comunitário do Lago Sul (CCLS), tivemos uma reunião com o administrador do Lago e o meu objetivo foi mostrar a ele a degradação gerada, entre outras, pela ‘sombra e água fresca’ que atrai moradores de rua, meliantes e traficantes. Sendo, portanto, de extrema urgência a retirada dos ficus, que também impedem o crescimento dos Ipês que rebrotam”, disse. 

 

VARAIS DE ROUPAS, À BEIRA DO LAGO, REVELAM ROTINA DE PESSOAS QUE JÁ MORAM NO LOCAL.

 

Fonte: *Via Diario do Poder - Clipping

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