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ALERGIAS: Baixa umidade do ar e chegada da primavera aumenta casos de doenças respiratórias

Saiba os cuidados para doenças respiratórias

Sequência de dias com umidade relativa do ar de Brasília atingindo valores abaixo dos 20% leva a estado de alerta por parte da Defesa Civil.

 

Com essa seca, e o aumento de pólen das flores no ar com a chegada da primavera, espera-se uma alta de até 40% na incidência de doenças respiratórias, principalmente as alérgicas como asma, rinite, resfriados e gripe.


“Esse crescimento pode ser explicado por diversos fatores. O pólen das flores é um alérgeno, ou seja, agente que desencadeia uma crise de doença alérgica. Já a umidade relativa do ar muito baixa funciona como um irritante para as vias aéreas de algumas pessoas e é responsável pelo acúmulo maior de poluentes na atmosfera”, afirma Tatiana Veloso, pneumologista e diretora-médica do laboratório Exame.

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De acordo com a especialista, cerca de 45% da população brasileira sofre com as alergias crônicas aéreas mais comuns: a rinite e a asma. São essas as pessoas que devem ter maiores cuidados nessa época do ano.

 

“Ao persistirem os sintomas da alergia, como espirros e tosse, o médico deve ser procurado”, indica a pneumologista.

Cuidados extras

Caso uma pessoa não tenha sido diagnosticado ainda, mas apresenta sintomas, existe uma série de métodos complementares de investigação que podem ser demandados pelo médico, entre eles o exame com dosagem de IgE total e específicos. “Neste exame de sangue são dosados anticorpos específicos contra uma grande variedade de alérgenos, como frutas, grãos, peixes e frutos do mar, proteínas de porco e vaca, ovos e laticínios, alérgenos inalantes, como pelos de animais, insetos, poeira e gramíneas, drogas, fungos”, explica.


A importância em encontrar o agente que desencadeia a reação alérgica de hipersensibilidade do organismo está no fato dessas doenças não terem cura. “Para controlar as alergias é necessário encontrar o fato alérgeno e tentar retirá-lo da vida do paciente. Por isso que no caso da seca indicamos a ingestão de muita água, utilização de umidificadores e manter os ambientes limpos, evitando o acúmulo de poeira”, reforça Dra. Tatiana.

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A pneumologista salienta que esse cuidado deve ser ainda maior em casos de filhos de pais alérgicos. “Crianças que possuem um de seus pais alérgicos têm 20 a 30% de chances de serem alérgicas, enquanto filhos de ambos os pais alérgicos já têm uma probabilidade de 60%”, afirma. Por outro lado, a alergia pode se desenvolver em qualquer fase da vida e, até mesmo, em pessoas sem histórico familiar. “Basta, para isso, que a exposição desse indivíduo a determinado alérgeno ultrapasse o seu limiar de tolerância”, revela.

 

Fonte: *Via JBr - Clipping

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