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BAIXO CALÃO NO ALTO ESCALÃO: Rollemberg barra Laerte Bessa, que reage aos berros de “maconheiro”

Deputado federal foi impedido de entrar no gabinete do governador para participar de reunião com sindicatos ligados à Polícia Civil

A reunião de Rodrigo Rollemberg (PSB) com representantes da Polícia Civil e deputados para falar sobre a paralisação da categoria e a pressão por reajuste de 37% começou mal.

 

 

O governador barrou a entrada de Laerte Bessa (PR-DF) no gabinete, e o deputado federal ficou enfurecido.

 

Na frente de políticos, servidores e sindicalistas, Bessa berrou impropérios: “Maconheiro, filho da puta, cagão, vagabundo”. O clima ficou pesado, e o distrital Wasny de Roure (PT), que acompanhava Bessa também foi embora.Resultado de imagem para laerte bessa

 


“Ele não me deixou entrar porque é um frouxo”, disse Bessa ao sair do Palácio do Buriti. “Achei que era um encontro de negociação. Mas, depois do que houve, não me senti confortável para participar e também fui embora, pois fui convidado a participar pelo Bessa”, emendou Wasny.


 

A assessoria de imprensa de Rollemberg explicou que Laerte Bessa foi barrado porque não havia sido convidado para a reunião.

 

“O governador não permitiu que ele entrasse porque o deputado o desrespeitou publicamente durante a assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (17) com palavras de baixo calão. O governador só vai retomar o diálogo com o parlamentar quando o deputado pedir desculpas publicamente”, disse o GDF, por meio de nota.

Confira o momento em que Bessa critica Rollemberg na assembleia dos policiais civis:

 

Após a confusão no Palácio do Buriti, Laerte Bessa explicou o ocorrido. Ouça:

 

Participaram do encontro os deputados distritais Cláudio Abrantes (Rede), Joe Valle (PDT), Professor Israel Batista (PV), Reginaldo Veras (PDT) e entidades representativas de delegados, agentes, peritos criminais, peritos papiloscopistas e médicos legistas. Todos aguardavam no Buriti para entrar na sala de Rollemberg, quando a ordem veio de dentro: “Só recebo os policiais se o Bessa não estiver junto”.


A afirmação provocou a ira do deputado federal, que tenta negociar junto à categoria o reajuste de 37% aplicado para a Polícia Federal. “Eu que não que quero conversar com ele agora”, afirmou Bessa, após xingar o governador. Mais cedo, o deputado havia participado de uma reunião com o ministro do planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira, para tratar sobre a liberação de recursos do Fundo Constitucional do DF e queria debater o tema com os representantes da Polícia Civil.

A reunião entre Rollemberg e os sindicalistas foi encerrada por volta das 18h40. O encontro ocorreu no mesmo dia em que a Polícia Civil deflagrou uma paralisação de 24 horas. Na quinta-feira (20), haverá nova suspensão dos serviços.


Representação contra Rollemberg
No último dia 10, Bessa ingressou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Rollemberg. Na ação, o deputado federal relata uma suposta tentativa de interferência do socialista na atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde, que ocorre na Câmara Legislativa do DF.

Na representação, o parlamentar reuniu duas matérias jornalísticas, uma do próprio site da CLDF e outra do Metrópoles, onde o presidente da CPI, Wellington Luiz (PMDB), afirma ter sido intimidado pelo governador, que estaria descontente com os rumos que a investigação estava tomando. Um dos trechos anexados no pedido relata uma fala de Wellington na qual Rollemberg teria dito que “a guerra estava declarada”.


“Verifica-se, portanto, a tentativa do governador do DF em intimidar o presidente da CPI da Saúde com o escopo de obstruir os trabalhos investigativos da referida comissão”, diz trecho do documento.

 

Fonte: *Via Metropole - Clipping

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