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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA: Ano letivo na UnB pode ir até fevereiro de 2017 devido à ocupação

Calendário de atividades do próximo semestre foi mantido, incluindo a data de começo das aulas – 6 de março

Com o início da desocupação da Universidade de Brasília (UnB), as faculdades que têm salas disponíveis começarão a retomar as aulas a partir desta sexta-feira (9/12).

 

As demais só serão desocupadas após o dia 13 de dezembro, data prevista para a votação em segundo turno no Senado Federal da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55.

A reposição das aulas perdidas durante os mais de 40 dias de ocupação será definida por curso, no entanto, o ano letivo pode ir até 3 de fevereiro.

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Essa é a data-limite para o lançamento de menções do segundo semestre letivo de 2016, ou seja, o prazo máximo para que os professores coloquem as notas dos alunos no sistema.

A decisão foi tomada em reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade de Brasília (Cepe).  Aos estudantes também será dado o direito de fazer  o trancamento geral ou de disciplinas até esse dia.


 

As atividades previstas para 2017 também foram mantidas, entre elas, o calendário dos Cursos de Verão, programados para começar em 4 de janeiro. O primeiro semestre letivo do ano que vem também não teve a data alterada. A expectativa é de que as aulas comecem na segunda-feira, 6 de março.


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Desde o dia 31 de outubro a UnB está ocupada por alunos que são contrários à PEC 55, que prevê o congelamento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. Nesta quinta-feira (8), os prédios da Reitoria, BSA Sul, Instituto de Letras, Faculdade de Educação, Faculdade de Ciência da Informação e Departamento de Artes Visuais foram desocupados pelos estudantes. Os demais locais só deverão ser liberados após a votação da PEC, no dia 13 de dezembro.


No acordo feito nesta quinta-feira entre o comando da UnB e os estudantes, a reitoria comprometeu-se a atender aos pedidos dos alunos, como a formação de uma comissão para analisar aumentos na assistência estudantil, outra para o debate sobre questões relacionadas à educação, incluindo a PEC 55 e a reforma do ensino médio, além da criação de um grupo para ouvir as demandas específicas de cada instituição que foi ocupada.

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Fonte: *Via Metropole/Clipping

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