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NOVA ESTAÇAO >>> Verão chega com promessa de calor e chuva no Distrito Federal

Índice de precipitação deve ser 30 vezes maior que no auge da seca. Mudança não afeta medidas de racionamento do GDF para evitar crise hídrica em 2017

O verão chegou nesta quarta-feira (21) e a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que, mesmo com sol forte, as chuvas típicas da estação ajudem a recompor as perdas nos reservatórios da Grande Brasilia nos próximos três meses.

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A expectativa é de que as chuvas passem a ocorrer todos os dias, especialmente no fim da tarde.

“São chuvas rápidas, mas bastante intensas”, disse a meteorologista do Inmet, Ingrid Peixoto. O nível pluviométrico para dezembro deve ser de 247 mm/m3. Esse índice pode chegar a 8 mm/m3 no auge da seca.


Outro fenômeno que deve se repetir durante o período é a formação das Águas Centrais do Atlântico Sul (ACAs). Trata-se de um padrão de nebulosidade mais intenso. Uma vez que ele se instalar sobre o Distrito Federal, vai provocar tempo fechado e chuvas constantes por cerca de quatro dias a cada vez que acontecer.


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Mesmo assim, tarifa extra para diminuir o consumo deve continuar. A avaliação é de que, as chuvas não vão ser suficientes para encher os reservatórios de Santa Maria e São Sebastião. Por isso, será preciso economizar água para a crise não ser ainda pior durante a estação seca de 2017.


Apesar da previsão de chuvas, o sol também vai aparecer ao longo de todo o período. Com o verão, os moradores do DF vão aproveitar a luz do dia por mais tempo. No solstício desta quarta, o dia mais longo do ano para o hemisfério sul, o sol em Brasília nasceu às 6h38 e se pôs às 19h42.


As temperaturas vão ficar na média dos 30°C. A umidade pode variar entre 60% e 100%. “No ano passado, o calor foi maior e as umidades, mais baixas”, explicou Ingrid. De acordo com ela, as mudanças são porque os efeitos do La Niña sobre o Brasil neste ano estão mais fracos.


O La Niña é um fenômeno natural que atua para diminuir as temperaturas do Oceano Pacífico. É o contrário do El Niño e, como ele, gera uma série de mudanças nos padrões de chuva e temperatura ao redor da Terra.

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Fonte: *Via G1/Clipping

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