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RIACHO FUNDO II: Obras de infraestrutura possibilitam entrega de 1.116 moradias na cidade-satelite

GDF investiu R$ 56 milhões para garantir drenagem de água pluvial, ruas pavimentadas e iluminação pública

A conclusão das obras de infraestrutura, que custaram o governo do Distrito Federal R$ 56 milhões, possibilitou que beneficiados do "Minha Casa, Minha Vida" no Riacho Fundo II recebessem os imóveis do programa habitacional do governo federal.

Foram entregues nesta quinta-feira (22) as chaves da residência de 1.116 famílias.


Os novos moradores se mudarão para uma área com estrutura de drenagem de água pluvial, ruas pavimentadas, distribuição de energia e iluminação pública. O calçamento será licitado em 2017. A construção das unidades habitacionais na localidade se iniciou em 2006.


“Desde então, o GDF passou por outras gestões. Quando assumimos, o nosso compromisso era exatamente esse: oferecer as condições adequadas para a entrega dos imóveis”, disse o governador Rodrigo Rollemberg durante a cerimônia na manhã de hoje, em frente ao Condomínio Buriti.


Foram contempladas as famílias habilitadas na faixa II do "Habita Brasília", com renda de R$ 1.601 até R$ 3.275. São 192 casas, com 45 metros quadrados cada uma, e 76 prédios com 924 apartamentos de 50 metros quadrados cada um. As unidades custam R$ 95 mil e R$ 99.990 respectivamente.


De acordo com o convênio assinado em 2006, coube ao governo federal — por meio da Secretaria do Patrimônio da União — doar a terra e viabilizar o financiamento das moradias por meio da Caixa Econômica Federal.Governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, entrega a chave para Roniele Alves Nogueira.

 

Governador Rodrigo Rollemberg, entrega a chave para Roniele Alves Nogueira.

 

 

O governo de Brasília ficou responsável pelas obras de infraestrutura, além de, em parceria com o movimento social, desenvolver o projeto urbanístico e promover a habilitação dos beneficiários.


Taxa extra

Durante a entrega, os proprietários reclamaram da cobrança de uma taxa extra de aproximadamente R$ 8 mil por parte da Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia, que representa os beneficiados. A discussão sobre a legalidade da cobrança feita pela instituição se iniciou em 2013.

 

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