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SEM INTERFERÊNCIA DO TCDF: Distritais vão ao Tribunal de Contas após fechar texto de projeto contra reajuste

Aos parlamentares, Corte afirmou que não poderá interferir na decisão de derrubar ou não o decreto de Rollemberg

O grupo de trabalho da Câmara Legislativa responsável pelo projeto de decreto legislativo (PDL) que pode sustar o reajuste das tarifas do transporte público se reuniu com o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) nesta terça-feira (10/1).

 

O encontro ocorreu momentos após os distritais fecharem o texto que deve ser votado na quinta-feira (12), em sessão extraordinária.

O TCDF informou aos deputados que não poderá interferir na decisão de derrubar ou não o decreto do governador Rodrigo Rollemberg.

 

Dessa forma, por ora, a briga ficará restrita à Câmara Legislativa e ao Palácio do Buriti, embora o GDF já tenha anunciado a disposição em acionar a Justiça caso sofra uma derrota no parlamento.


“O tribunal atua independente do debate que a Câmara vai fazer. O TCDF tem trabalhado na fiscalização do transporte público do Distrito Federal, com auditorias em curso que constataram irregularidades variadas, como na concessão de benefícios, e analisando se a tarifa cobrada do usuário é aquela que diz o estudo”, disse o conselheiro e vice-presidente da Corte, Paulo Tadeu.


 

Aumento de até 25%
As novas tarifas foram anunciadas na última sexta (30/12) pelo governo e representam a segunda elevação nos preços do transporte desde o início do governo Rollemberg.

 

Os valores passaram de R$ 2,25 para R$ 2,50 nas linhas circulares e alimentadoras do BRT (aumento de 11%); R$ 3 para R$ 3,50 (aumento de 16%) nas linhas metropolitanas “curtas”; e de R$ 4 para R$ 5 (aumento de 25%) no restante das linhas, além do metrô.

 

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