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GDF GARANTE: Proteção a crianças e adolescentes é prioridade no carnaval de Brasília

Campanha lançada neste sábado (11) visa orientar população sobre exploração e violência contra menores durante a festa. Governo preparou 3 mil carteirinhas de identificação para os pequenos foliões

Disque 100 - Para denunciar violações de direitos de crianças e adolescentes


Apaixonada por carnaval de rua, Alba Mendes, de 35 anos, adaptou o roteiro da folia há cinco anos. “Desde que virei mãe, agora a festa é nos blocos infantis”, diverte-se a alagoana radicada em Brasília desde 2007. Para curtir sem preocupação o bloco Suvaquinho, que ocorreu na manhã deste sábado (11), a administradora identificou os filhos Bento, de 5 anos, e de Benjamin, de 2 anos, por meio de carteirinhas distribuídas por servidores da Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude.


O material, preparado para atender 3 mil crianças, é parte da campanha Direito de ser Criança, Direito de Brincar o Carnaval, lançada no evento. A iniciativa da pasta visa orientar a população sobre trabalho infantil, exploração, violência sexual, venda de bebidas alcoólicas e desaparecimento de pessoas.

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Com nome, telefone e nome dos responsáveis, a identificação facilita que, caso a criança se perca, os foliões e os agentes de segurança consigam devolvê-la à família. Sabendo disso, assim que chegou ao gramado da Funarte, no Eixo Monumental, onde ocorreu a folia, a psicóloga Shyrlene Brandão, de 43 anos, garantiu a carteirinha dos filhos Letícia, de 6 anos, e Gael, de 5 anos. “Eles se empolgam muito com carnaval e correm de um lado para o outro, então temos que ficar muito atentos com a segurança para que não se percam.”Bento Mendes Madeira, 5 anos e Íris Coutinho Ramos, 5 anos, no bloco Suvaquinho, neste sábado (11).


Bento Mendes Madeira e Íris Coutinho Ramos, ambos de 5 anos, no bloco Suvaquinho, neste sábado (11).


O Suvaquinho marcou a estreia do pequeno Nicolas, de 1 ano e meio, no carnaval brasiliense. Acompanhado dos pais, Mariana Domingos, de 40 anos, e Roberto Marcos da Silva Rosa, de 36, o menino se divertiu ao som do maracatu e brincou com espuma e confete. “Escolhemos esse bloco por que é seguro, é cedo, e porque tem espaço para as crianças brincarem”, explicou a mãe. Essa também foi a primeira vez que o casal participou de um bloco infantil, graças ao filho. “Daqui a uns dez anos poderemos voltar também para os blocos de adulto”, brincou o pai.

Além das carteirinhas, foram distribuídos materiais com dicas para crianças e adolescentes e para os pais e responsáveis sobre como curtir com segurança.Resultado de imagem para CRIANÇA NO CARNAVAL BRASILIA DF

 

“Queremos combater qualquer tipo de abuso, a exploração do trabalho infantil e outras violências que possam ocorrer na multidão”, disse o secretário de Políticas para Crianças, Adolescentes de Juventude, Aurélio Araújo, que participou do evento.

De acordo com ele, a campanha tem o objetivo de conscientizar os foliões sobre os direitos das crianças e orientá-los a não desviar o olhar ao se depararem com situações de abuso. A ideia é garantir que as crianças estejam seguras em todos os âmbitos. “De nada adianta termos uma criança pulando na cama elástica, enquanto ao lado há outra vendendo cerveja. Lutamos para que isso não ocorra”, defendeu Araújo. Ele orienta que qualquer folião que presencie uma situação em que os direitos das crianças e dos adolescentes sejam violados denuncie pelo Disque 100 ou diretamente para algum agente de segurança.

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