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SEM RACIONAMENTO: Fora do rodízio de abastecimento, órgãos públicos federais vão intensificar economia

Esplanada dos Ministérios e palácios federais serão poupados.

O racionamento de água vai chegar na área central de Brasília nesta segunda-feira, mas a Esplanada dos Ministérios será poupada.

Apesar disso, o governo federal afirma que vai economizar. Já o Palácio do Buriti e as secretarias vão enfrentar racionamento, mas o GDF não definiu como funcionarão os serviços nestes dias.

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De acordo com a Secretaria de Administração da Presidência da República, desde 2016, os Palácios do Planalto e Alvorada trocaram equipamentos para poupar água, inclusive nos espelhos de água.

Dados divulgados pela Lei de Acesso a Informação mostram redução de 272% o consumo de água do Palácio do Planalto de outubro a dezembro de 2016, comparado ao mesmo período de 2015.

 

Contudo, o mesmo não se aplica ao Palácio da Alvorada, que mesmo desocupado, gastou quase 18 mil litros entre outubro e dezembro de 2016, 26% a mais que em 2015. O Destak pediu dados de consumo aos ministérios, mais não obteve resposta.

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Os dados sobre gastos nas secretarias do Distrtito Federal e no Palácio do Buriti não foram informados na íntegra pelo governo local. O rodízio no centro do "quadrilátero" será semelhante ao que já ocorre nas cidades-satélites.

 

O ciclo é composto por seis dias, em cada um deles um grupo de localidades tem falta de água a partir das 8h. A interrupção dura 24h, com até dois dias para estabilização. A estimativa é a de que o rodízio siga até maio, mês que marca o fim das chuvas.

 

Hoje haverá falta de água no Gama, cidade-satélite abastecida pelo reservatório do Descoberto. Na segunda-feira, quando inicia o racionamento na região central, haverá falta de água nas seguintes localidades: Lago Norte, Varjão, Granja do Torto, SAAN, SOF Norte, Regimento de Cavalaria, Guarda-RCG e condomínios do Jardim Botânico. Todas essas regiões são abastecidas pela barragem de Santa Maria, a útlima que passou a ter racionamento instituído.

 

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