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MUDANÇAS DE CONTEÚDO: SLU dá mais um passo para desativar o Aterro do Jóquei

Gordura, lodo de estações de tratamento e restos de animais mortos passam a ser levados diretamente para o Aterro Sanitário de Brasília

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) firmou parceria com os catadores do Aterro Sanitário do Jóquei (Estrutural) para deixar de levar animais mortos, rejeitos de gordura e de lodo para o local.

 

Os materiais são agora encaminhados diretamente para o Aterro Sanitário de Brasília (Samambaia), inaugurado em janeiro.


Segundo a diretora-presidente do SLU, Kátia Campos, além de melhorar as condições de trabalhos dos catadores, a iniciativa faz parte do período de transição até o fechamento definitivo do Aterro do Jóquei, previsto para 2018. “Esses rejeitos não podem ser aproveitados de nenhuma maneira e são prejudiciais para a saúde daquelas pessoas”, afirma Kátia.

Inaugurado nesta terça-feira (17), espaço entre Ceilândia e Samambaia é um marco importante na gestão dos resíduos no DF.

De acordo com ela, várias ações vêm sendo tomadas para melhorar as condições de trabalho no local. “Essa é a primeira medida adotada após a inauguração do novo aterro. Ainda neste ano, também serão instalados banheiros químicos para os trabalhadores”, conta a diretora-presidente. A licitação para a compra de dois contêineres, com seis boxes cada, está em andamento.


As empresas contratadas pelo SLU e pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) continuam responsáveis pelo transporte dos rejeitos. Mensalmente, são produzidos na Grande Brasília mais de 5 toneladas de rejeitos provenientes de caixa de gordura condominial e 350 toneladas do sistema de tratamento de esgoto da Caesb.

Além disso, 10 toneladas de animais mortos são recolhidas em vias públicas a cada mês. O total equivale a uma diminuição de 1,5% na quantidade de materiais depositados no Aterro do Jóque.

 

 

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