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TEMPORAIS: Chuvas constantes causam transtornos e alagamentos na Grande Brasília

Pistas estão alagadas nas avenidas W3, na L2 e na L4, além de outros locais. Trânsito ficou difícil na EPTG e na Epia

A tempestade que cai na tarde desta quinta-feira (21/1) causa transtorno aos brasilienses em diversos pontos do Plano Piloto e das cidades-satélites.

 

As avenidas próximas ao Balão do Aeroporto, trechos das Avenidas L2, da L4 e da W3 e vários locais no Lago Sul estão alagados. Os serviços do metrô foram suspensos entre a estação Asa Sul (perto do Zoológico) e a 114 Sul.


Com isso, os passageiros que saem de Ceilândia, Taguatinga, Guará, Águas Claras e Samambaia têm que descer na estação Asa Sul.

Não há como chegar na Rodoviária do Plano Piloto. E quem sai da Rodoviária, só consegue ir até a 114 Sul. Uma equipe da manutenção está no local durante a tarde.

 


 

A Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG) também sofre com a chuva em alguns pontos,prejudicando o trânsito, assim como a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA). Na 205/206 Sul, uma árvore caiu.


O viaduto da entrada do Guara I pela EPTG ficou interditado pelo Corpo de Bombeiro por medida de prevenção e segurança, já que o nível da água impossibilitou a entrada e saída da cidade por esse acesso. O trânsito foi desviado para EPTG sentido SIA, para o retorno a Taguatinga. Quarenta minutos depois, o viaduto foi liberado.


Alguns comerciantes da Feira dos Importados precisaram retirar as mercadorias das vitrines para o prejuízo não ser ainda maior. Os corredores de acesso às lojas ficaram completamente alagados. 

 

Muitos veículos estão retidos na 601/602 Sul, próximo à OAB, devido a dificuldade de trafegar. Uma grávida entrou em trabalho de parto e precisou ser levada pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).


O trabalho dos bombeiros foi intenso em outras áreas da Asa Sul. Um casal de idosos foi resgatado após o carro deles ficar preso em uma tesourinha na 109/110 Sul, que estava alagada.


A via em frente à Polícia Federal, no Setor Policial Sul, está praticamente parada devido a um alagamento. A água da chuva também invadiu a 6ª Delegacia de Polícia (Planaltina). Na Cidade do Automóvel a água tomou conta de vários espaços e lojas.


Fábio Arruda/Arquivo pessoalMais cedo, em Águas Claras, bastaram 30 minutos para que a chuva causasse uma série de transtorno. O volume de água alagou ruas e comprometeu o acesso dos pedestres nos principais pontos da cidade.


A rua da estação de metrô Águas Claras ficou cheia de água, assim como a Avenida Pau Brasil. “Bastam poucos minutos para alagar. É revoltante”, reclama o bancário Fábio Dias, que atravessa pelo local para ir ao trabalho todos os dias.

Acima do previsto
As pancadas de chuva que têm atingido o Distrito Federal todos os dias desde o início do ano já ultrapassaram, em 21 dias, a média esperada para todo o mês de janeiro – segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


Com a chuva desta quinta-feira (21/1), já caíram 301 milímetros de água no DF. O número é bem maior que a média para o mês, que é de 247 milímetros. Números preliminares indicam que só na tarde desta quinta (21) foram 42,8 mm.


Apesar das constantes pancadas de chuva, este mês ainda está bem longe de ser o mais chuvoso da história da capital. Esse recorde pertence a janeiro de 1979, quando choveram 602 milímetros.

A previsão do Inmet para os próximos dias é de mais chuva, no entanto, a partir da semana que vem, o sol deve voltar a aparecer entre nuvens durante o dia.

 

Fonte: *Metropole - Clipping

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