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PARTIDO POPULAR SOCIALISTA / DF: Tempos estranhos e a hipocrisia do PPS

Deputado distrital pelo PPS, Raimundo Ribeiro,  soltou a seguinte pérola: “Vivemos tempos estranhos, pois poderes não se comportam como poderes e algumas instituições querem se comportar como poderes”.

 

De fato o Brasil vive tempos muito estranhos, com políticos  colocando dinheiro na cueca, malas e cofres, adquirindo jóias, mansões e automóveis sofisticados,  e representantes do povo se comportam como verdadeiros representantes do crime organizado.

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Não à toa, cinco parlamentares do Distrito Federal são réus por corrupção. E ainda acharam tempo para tentar agradar o procurador Rodrigo Janot, que certamente dispensará a honraria que a CLDF lhe prepara.

 

O eleitor  já não acredita em moralistas de plantão, que só aparecem em ano eleitoral para falar de moralidade pública e exigir melhorias para o DF.

 

Resultado de imagem para pps dfVeja o último programa eleitoral do PPS, por exemplo, onde aparece o senador Cristovam Buarque com aquele velho discurso de “união por Brasília”. Ele não combate sequer a corrupção que envolve dois deputados de seu próprio partido, e também finge nada ter a ver com isso. Raimundo Ribeiro e Celina Leão, ambos do PPS, se tornaram réus por corrupção e o nobre senador ainda não pediu a expulsão dos mesmos do partido.

 

Só para relembrar: quando o então governador José Roberto Arruda foi pego na Operação Caixa de Pandora, em 2009, imediatamente seu partido, DEM, o expulsou sumariamente. Até agora o PPS ficou quieto, mesmo com a decisão do Conselho Especial do TJDF de tornar réus, cinco distritais envolvidos na Operação Drácon (Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Julio Cesar, Bispo Renato e Cristiano Araújo).

 

Por outro lado, além de viajar muito ao exterior em “missão oficial”, o que de fato fez o senador Cristovam pelo DF (fora o fato dele  ter pedido exaustivamente que o eleitor brasiliense votasse em Rollemberg para o governo do DF em 2014) ?

 

O oportunismo e cinismo de alguns políticos  são nítidos em ano pré-eleitoral. Não votarei em Cristovam para reelegê-lo senador. Custa caro demais para o DF e não vale mais a pena. Basta de blá-blá-blá. Fonte: Donny Silva

 

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