compartilhar

LIMPEZA PÚBLICA: SLU faz licitação de R$ 1,5 bilhão para contrato de coleta convencional e seletiva

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) vai firmar três contratos, com base na divisão do território em três áreas de atendimento

Empresas interessadas em atuar no serviço de limpeza urbana no Distrito Federal poderão participar de uma licitação bilionária, de R$ 1,5 bilhão: um pregão eletrônico em 3 de maio.

O aviso de abertura da concorrência foi publicado nesta segunda-feira (10/4), no Diário Oficial do DF (DODF).


O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) vai firmar três contratos, com base na divisão do território em três áreas de atendimento.

Serão contempladas as coletas convencional e seletiva, além da reposição de lixeiras de rua, instalação de contêineres semienterrados em toda a Grande Brasília e varrição e pintura de meio-fio mecanizadas.


Os atuais contratos vencem em outubro deste ano e não poderão ser renovados. Por isso, a autarquia já prepara a nova licitação. “Nossa intenção é evitar os contratos emergenciais. Assim que os atuais vencerem, os novos já passarão a vigorar”, explica o diretor-técnico do SLU, Paulo Celso dos Reis.


 

Os novos acordos permitirão a melhoria da eficiência do serviço prestado, explica o diretor-técnico. “Estamos incorporando muita tecnologia, o que vai nos permitir ter maior controle do que é feito”, defende.


Reis destaca que, dessa forma, será possível baratear a operação. “Esperamos uma redução de 12% dos custos mensais”, avalia. Com isso, os atuais R$ 28 milhões gastos com a atividade cairiam para cerca de R$ 25,5 milhões.


Veja o que está previsto nos novos contratos de limpeza urbana:

As atividades a serem licitadas são de:

– Varrição (mecânica — em vias de trânsito rápido do Plano Piloto — e convencional)
– Catação de papel em áreas verdes
– Pintura de meios-fios
– Lavagem de equipamentos públicos — como paradas de ônibus
-Coleta convencional e seletiva (a atuação de cooperativas para esse tipo de serviço continuará)

Os acordos estabelecem a instalação de contêineres semienterrados, o controle de veículos por GPS e a substituição, manutenção e reposição de lixeiras. A operação das usinas de tratamento de resíduos terá contrato específico.

 

COMENTÁRIOS