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SUICÍDIO: Mulher morre após queda do 9º andar do prédio da CGU no Setor de Autarquias Sul

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima, que fazia tratamento para depressão, teria se jogado do prédio da Controladoria-Geral da União

Uma mulher morreu após saltar do 9º andar do prédio da Controladoria-Geral da União, localizado no Setor de Autarquias Sul, nesta quarta-feira (19/4).

 

 Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os socorristas chegaram logo após a queda, mas ela já estava morta.

 

A vítima, identificada pela corporação como Camila Peixoto da Silva Madeira Nogueira, teve fraturas múltiplas e traumatismo no tórax.

WhatsApp/ Reprodução

Conforme disponível no Portal da Transparência, Camila era auditora de finanças e controle da CGU. Ainda de acordo com os bombeiros, a mulher apresentava quadro de depressão e fazia tratamento.

Infografia/Metrópoles

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Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode te ajudar. A organização realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e Skype 24 horas todos os dias.


 

O Metrópoles tem a política de publicar informações básicas sobre casos de suicídio e suspeitas de suicídio que ocorrem em locais públicos. Como são ambientes de grande circulação de pessoas e geram mobilização das equipes de socorro e segurança, os leitores demandam informações e explicações do veículo.

O suicídio é um tema debatido com muito cuidado pelas pessoas em geral. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o assunto não venha a público com frequência, para que não se estimule o ato. O problema é que o silêncio deu origem a um segundo problema: a falta de conhecimento sobre o que, de fato, leva essas pessoas a se matar.


Depressão, esquizofrenia e o uso de drogas ilícitas são os principais problemas identificados pelos médicos em um potencial suicida. Problemas que poderiam ser tratado e evitados em 90% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria. A reportagem tentou contato com a CGU, mas até a publicação desta reportagem não conseguiu.

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

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