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CARTEL DOS COMBUSTÍVEIS: Associação Comercial critica intervenção do Cade na rede Cascol

A Associação Comercial do Distrito Federal divulgou Nota de Alerta criticando a interferência do Estado e questionou a não intervenção nos preços dos outros postos de combustíveis da Grande Brasília

Contrária a decisão da Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em determinar a intervenção em postos de combustíveis da rede Cascol e impor medida preventiva em inquérito que investiga cartel de combustíveis no Distrito Federal, a ACDF (Associação Comercial do Distrito Federal) divulgou Nota de Alerta a interferência do Estado.

 

 

A associação destaca que é preciso evitar intervenção nas empresas e deu como exemplo a rede Cascol. “Elas são a força motriz deste país, que empregam, como no caso da rede de combustíveis Cascol, milhares de pessoas e contribuem para o crescimento desta cidade e do país”, afirma na nota.


Ao Fato Online, o presidente da ACDF, Cleber Pires, afirmou temer novas interferências no setor privado. “Hoje foi no setor de combustíveis, amanhã pode ser no de farmácia, no de alimentos. O empresário não pode crescer”, enfatiza.


Pires também questionou a não intervenção nos preços das outras redes de combustíveis da Grande Brasília. “Se havia esse cartel, os demais deveriam ser investigados também. O CADE é importante, mas não podemos admitir a intervenção na iniciativa privada”, disse.


Para o presidente da ACDF, essas intervenções fazem com que o investidor internacional, e os empresários brasileiros, não se sintam seguros. “O papel do Estado é de fiscalizar. Se tem algo de errado, o estado tem o poder de tabelar preços. A preocupação do setor produtivo é que outros setores passem pela mesma punição. Nos preocupa muito, chegar em um determinado limite temeroso e inseguro. Uma verdadeira ditadura branca”, desabafou, Pires.

 

Fonte: *Fatoonline - clipping

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