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EBULIÇÃO: Policiais e bombeiros militares querem unificar movimento salarial com policiais civis para pressionar Rollemberg

Ex-chefe da Casa Militar do governo Agnelo Queiroz, o coronel da reserva Rogério Leão e o ex-deputado distrital João de Deus, críticos da atual gestão, lideram o movimento

Pelo menos duas associações da PM, a de oficiais e a de praças, são presididas por adversários do governador Rodrigo Rollemberg (PSB).

 

As Associações de Policiais e Bombeiros Militares decidiram declarar apoio às reivindicações salariais da Polícia Civil.

 

Em nota, entidades que representam praças e oficiais se colocam como solidários à campanha de policiais civis. “A bem da verdade informamos para a sociedade do Distrito Federal que jamais fomos contra a paridade requerida pelos policiais civis do DF com a Polícia Federal. Pelo contrário, somos favoráveis e achamos uma pretensão mais que justa, justíssima”, afirmam os dirigentes das entidades.

 Policiais e bombeiros militares querem unificar movimento salarial com policiais civis para pressionar Rollemberg

Pelo menos duas associações da PM, a de oficiais e a de praças, são presididas por adversários do governador Rodrigo Rollemberg (PSB).

Ex-chefe da Casa Militar do governo Agnelo Queiroz, o coronel da reserva Rogério Leão e o ex-deputado distrital João de Deus, críticos da atual gestão, lideram o movimento.

A estratégia é unificar as campanhas de reivindicação das forças de segurança para tentar fortalecer as reivindicações. “Chega de enfrentamentos. Juntos somos mais fortes”, acredita Leão.

 

O governo alega que não tem dinheiro para honrar a paridade requerida pela Polícia Civil com os salários da Polícia Federal, que representaria um aumento de 37% nos contracheques.

 

Uma das barreiras, apontada pela equipe de Rollemberg, seria a isonomia de tratamento com policiais e bombeiros militares. O discurso do governador é de que se uma categoria for contemplada, as outras também devem ser.

 

Mas os representantes de associações de PMs e Bombeiros acreditam que estão sendo usados como desculpa na negociação com policiais civis.

 

O Executivo não pretende autorizar reajustes para nenhuma categoria de servidores. Nem mesmo os aumentos autorizados no governo Agnelo e suspensos na atual gestão para 32 categorias.

 

O movimento de policiais e bombeiros militares é político e conta com a simpatia de integrantes de sindicatos de policiais civis. Nessa aproximação, o presidente do Sindicato de Delegados da Polícia Civil, Rafael Sampaio, tem um almoço marcado para hoje (08/06) com integrantes da Associação dos Oficiais da Reserva da PM.

 

Fonte: *Por:Ana Maria Campos/CBPoder/Clipping

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