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CARNAVAL BRASILIENSE: Primeiro bloco noturno, o “Me engole que sou jiló” desafia a lei do silêncio

Os músicos do bloco utilizaram a estrutura de palco e som montados pela Secretaria de Cultura até pouco antes das 21h, quando foram impedidos de continuar pelos agentes públicos

Diferentemente da maioria dos blocos de pré-carnaval, que começaram a folia durante o dia, o “Me Engole que Sou Jiló” foi o primeiro a desafiar a Lei do Silêncio e sair à noite pelas ruas de Brasília nesta segunda-feira (1º). 


Os músicos do bloco utilizaram a estrutura de palco e som montados pela Secretaria de Cultura até pouco antes das 21h, quando foram impedidos de continuar pelos agentes públicos. Apesar de um grande contingente policial, não houve nenhum confronto.  


Sem alvará de funcionamento, os organizadores do bloco, os funcionários da Agefis (Agência de Fiscalização do) e da SeOPS (Secretaria de Estado de Ordem Pública e Social) chegaram a um acordo sobre desligar o som e apagar as luzes.

 

A estrutura montada na Praça dos Prazeres, na comercial da 201 Norte, foi desativada, e a folia continuou pelas ruas de Brasília. Cerca de 300 pessoas estiverem presentes. 


O “Me Engole que Sou Jiló” seguiu em cortejo até a passagem subterrânea, subiu até o HRAN (Hospital Regional da Asa Norte), e voltou ao mesmo ponto. Dando seguimento à festa, foliões e banda ocuparam o espaço público e deram uma personalidade brasiliense à maior festa popular brasileira. 


A Praça dos Prazeres fica ao lado do Balaio Café, que teve suas atividades encerradas em dezembro de 2015, após inúmeras multas por descumprimento à Lei do Silêncio. Neste ano, mais de 30 bloquinhos independentes usarão o local como ponto de folia. 

“Me Engole que Sou Jiló” foi o primeiro bloco a desafiar a Lei do Silêncio e sair à noite | Foto: Karoline Diniz/Fato Online width=

 

Fonte: *Fatoonline - clipping

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