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COMIDA DE HOSPITAL: Após 8 anos sem contrato regular, 3 empresas distribuirão as refeições nas unidades hospitalares

Após oito anos sem contrato regular, três empresas distribuirão as refeições nas unidades

O serviço de alimentação hospitalar da rede pública passará, gradativamente, a ser prestado por novas empresas.

 

Após 13 anos sem licitação para a área, a pasta finalizou o processo de contratação regular e o primeiro fornecedor iniciou suas atividades.

 

Agora, três empresas farão a preparação das refeições nas unidades, que foram agrupadas em 12 lotes.

 

A primeira empresa a assumir o serviço é a Vogue Alimentação e Nutrição Ltda, vencedora de três lotes, que totalizam 11 unidades distribuídas entre as regiões de saúde Leste (Paranoá e São Sebastião) e Norte (Sobradinho e Planaltina).

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No Hospital da Região Leste – antigo Hospital Regional do Paranoá – as refeições são distribuídas pela nova empresa desde o último domingo (18).

A previsão é que na próxima semana o Hospital Regional de Sobradinho passe a receber a alimentação deste fornecedor.

 

De acordo com a chefe de Nutrição do Hospital da Região Leste, Carolina Carvalho, a mudança permitiu a troca dos aparelhos utilizados na cozinha da unidade, de forma a otimizar o tempo de produção dos alimentos, além de proporcionar mais agilidade na distribuição das refeições aos pacientes e acompanhantes.

 

"Os novos utensílios garantiram o aumento da qualidade do serviço prestado aos usuários, pois atendem melhor às necessidades do hospital", explica.

 

Também venceram o processo as empresas Cook Empreendimentos em Alimentação Coletiva, e a Sanoli, que já prestava o serviço anteriormente sem contrato regular. Elas aguardam a adjudicação e homologação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).

 

O valor anual do investimento no setor de alimentação da pasta está orçado em R$ 170 milhões, R$ 40 milhões a menos do que o preço estimado no início do processo licitatório, em 2015.

 

 

Segundo Charles Mc Donald, diretor de Aquisições da rede pública de saúde, o atual modelo de contratação permitiu a concorrência que antes não existia. "Esse processo trouxe economia nos repasses de valores às fornecedoras porque a licitação garantiu valores mais acessíveis nos preços acordados entre a secretaria e as empresas."

 

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