compartilhar

TEMPO SECO NO CERRADÃO: Defesa Civil alerta para o período de estiagem na Grande Brasília

Entre os meses maio e setembro, casos de queimadura, desidratação, sangramento nasal e disenteria são mais frequentes principalmente entre crianças e idosos.

O período de estiagem chegou há vários dias no Distrito Federal. Para enfrentar a seca, a baixa umidade e os problemas respiratórios desencadeados pelo tempo, a Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF), alerta para os cuidados que a população deve ter.

 

Entre maio e setembro, casos de queimadura, desidratação, sangramento nasal e disenteria são mais frequentes. Crianças e idosos são os mais afetados.

 A coordenadora de riscos e desastres da Defesa Civil, Major Solange Ribeiro, explica que ainda não estamos no período crítico da seca, quando a umidade relativa do ar fica abaixo de 30% por, no mínimo, três dias consecutivos. “A partir de agosto devemos passar pelo período crítico. Atualmente, essa massa de ar frio sobre o Distrito Federal está retardando os efeitos da seca”, avaliou.

 

A Defesa Civil classifica os níveis de umidade em três tipos: estado de atenção, quando a umidade fica entre 20% e 30% por cinco dias consecutivos, estado de alerta, com umidade entre 12% e 20% por três dias consecutivos e o estado de emergência, que é declarado quando a umidade fica abaixo dos 12% por, no mínimo, dois dias consecutivos.

 

Para enfrentar os efeitos da seca com segurança, é importante consumir bastante água, evitar fazer exercícios físicos ao ar livre entre 11h e a5h, utilizar vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água para umidificar o ambiente e ficar atento aos alertas da Defesa Civil.

 

Incêndios Florestais

Durante o período de seca é importante que qualquer queima seja informada ao Corpo de Bombeiros antes da execução, para evitar que as chamas se alastrem.

 

Entre maio e setembro de 2016 a corporação registrou 6.330 incêndios florestais. Neste ano, em maio e em junho, 333 ocorrências de incêndio florestal foram registradas pela corporação. No ano passado mais de 17 mil hectares foram queimados, frente aos 159 hectares deste ano.

 

COMENTÁRIOS