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FORA DO PRAZO: Reabertura do Espaço Cultural Renato Russo, na W3Sul, é adiada pela 2ª vez

Prazo foi adiado para outubro e, agora, para fevereiro de 2018. Data inicial para conclusão das obras era 13 de maio, mas apenas 6,8% foram concluídos, segundo GDF.

A reabertura do Espaço Cultural Renato Russo, na Asa Sul, foi adiada pela segunda vez em menos de seis meses.

O prazo inicial para reforma do complexo, que fica na Avenida W3 -  508 Sul, era 13 de março e foi adiado para outubro. Agora, a previsão do GDF é reabrir para a população só em fevereiro de 2018.


De acordo com a Secretaria de Cultura, até a última medição da Novacap, ainda em julho, foram concluídos 6,84% dos serviços. A reforma completa inclui intervenções nas salas multiuso, nos teatros "Galpão" e "Galpãozinho", na Biblioteca das Artes, no foyer e nas estruturas do prédio, incluindo construções de acessibilidade.

O espaço está fechado desde 2013, quando foi interditado pelo Ministério Público do DF por falta de segurança das estruturas. O G1entrou em contato com o órgão, que monitora e fiscaliza o andamento da reforma, mas foi informado que promotor responsável está de férias.


De acordo com a Secretaria de Cultura, o prédio – que abrigava dois teatros e palco para shows – será reformado com recursos da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). 

A verba, anunciada em 2016, é de R$ 5,6 milhões – valor que, segundo a pasta, ainda se mantém.

Em maio deste ano, a Novacap, que executa as obras, informou que somente R$ 1,9 milhão havia sido liberado.

Deste montante, R$ 335.353,97 foram executados. A reforma foi inciada em outubro de 2016 e, desde então, vem "desacelerado [o ritmo] em razão dos baixos recursos", informou a companhia à época.

Por outro lado

 

Nesta segunda-feira (10), o governo anunciou a criação de um novo espaço cultural – o Museu de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal (MCTI). Rollemberg assinou contrato com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para a realização do concurso que vai selecionar um projeto arquitetônico para o complexo. Somente esta primeira fase vai custar R$ 280 mil aos cofres públicos.

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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