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CONTESTANDO: Defesa de Filippelli diz que maços de dinheiro são de “reportagens antigas”

O advogado do ex-vice-governador, Alexandre Queiroz, afirmou que as imagens estão em sites de notícias e no Twitter

A defesa do ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli (PMDB) contestou o relatório final da Polícia Federal sobre a Operação Panatenaico, que indicia 21 pessoas por desvios na construção do Estádio Mané Garrincha.

 

Segundo o advogado do presidente regional da legenda, Alexandre Queiroz, as fotos de maços de dinheiro encontradas no celular de Filippelli são da internet, usadas em reportagens antigas e não estão relacionadas a ele. 


“Tenho profundo respeito pela investigação, mas isso demonstra grande fragilidade em um relatório que não é inicial, já é uma conclusão”, disse.

No documento encaminhado nesta sexta-feira (18/8) à 10ª Vara Federal, a Polícia Federal afirma ter encontrado no celular de Filippelli três fotos com maços de dinheiro.

 

Nas imagens, enviadas do aparelho do peemedebista, notas de R$ 50 e R$ 100 aparecem no interior de um carro, empilhadas em maços e espalhadas sobre o chão. 

Queiroz alega que as fotos já haviam sido publicadas no Twitter, em reportagens de veículos do Rio de Janeiro e em outras ocasiões. “Está na grande rede de computadores. Não li o relatório inteiro ainda. Posso comentar sobre essa parte e acho frágil”, diz. 

Fontes da Polícia Federal ouvidas pelo Metropoles ressaltaram que as fotos não foram usadas para indiciamento de Filippelli. No entanto, no relatório, é necessário detalhar tudo o que foi encontrado e as fotos estavam no celular do político.

 

Confira fotos de alguns dos 21 indiciados pela Polícia Federal:

Agnelo Queiroz, chefe do Executivo em 2013, é acusado de fraude licitatória, peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa

Ex-governador José Roberto Arruda: indiciado por lavagem de dinheiro, fraude licitatória, corrupção passiva e organização criminosa
Proprietário da empresa Via Engenharia, Fernando Queiroz está no relatório final da Polícia Federal. Ele foi indiciado por fraude licitatória, peculato, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa

 

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

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