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ESPAÇO AÉREO: Em ações cinematográficas, caças fazem 12 interceptações por mês

Se o piloto oponente se recusar a seguir as ordens da FAB, é iniciada uma série de procedimentos que podem resultar até mesmo em tiro fatal

A 164km do Congresso Nacional, na base da Força Aérea Brasileira (FAB), em Anápolis (GO), caças supersônicos desafiam a gravidade diariamente em combates dignos de cinema.

 

Por cerca de uma hora, são disparados tiros e bolas de fogo – para desviar mísseis infravermelhos. Há até reabastecimento das aeronaves no ar.

A ação faz parte do treinamento de combate dos militares do 1º Grupo de Defesa Aérea (1° GDA), também conhecido como Esquadrão Jaguar.

 

Os exercícios são realizados para manter excelência e fazer com que os pilotos atuem com exatidão na proteção do Centro-Oeste.

Desde que a Lei do Abate foi sancionada, em 2004, a FAB já fez mais de 2 mil interceptações de aeronaves suspeitas que cortam os céus do país. É quase uma ação a cada dois dias.

A norma estabelece que, se o piloto oponente se recusar a seguir as ordens da defesa aérea, é iniciada uma série de procedimentos que podem resultar até mesmo em um tiro de destruição, geralmente fatal.

O Metropoles acompanhou por um dia os militares que atuam a bordo da aeronave F-5M, no município goiano. Conhecidos como “caçadores”, eles mantêm uma rotina rígida e sacrificam, muitas vezes, a vida pessoal em nome da Pátria.

Abaixo, detalhes da preparação dos pilotos do Esquadrão Jaguar e do F-5M usado pelos militares: 

 

Fonte: *Por:Mirelle Pinheiro/Metropole/Clipping

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