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CÃES E GATOS: Vacinação contra a raiva é suspensa por falta de seringas

Um panfleto da campanha chegou a ser distribuído, com os telefones de contato, os quais estão cortados há mais de um ano por falta de pagamento.

A campanha de vacinação contra a raiva em cães e gatos, marcada para este sábado (26), foi cancelada por falta de seringas e alimentação para as equipes de trabalho, segundo confidenciaram fontes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

 

Imputa-se a responsabilidade pela falta de seringas e provisão de fundos para alimentação à Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, mesmo depois de o Ministério da Saúde haver doado 240 mil doses da vacina.

 

Uma vez instalada, a raiva não tem cura, levando à morte, em média, oito dias após surgirem os primeiros sintomas. Em todo o mundo, informa o clínico geral e infectologista Antonio Peleteiro Tourinho, médico da equipe do Hospital Couto Maia, em Salvador, Bahia, nunca houve registro de um paciente que tenha sobrevivido ao mal. 

 Em primeira mão. Vacinação contra a raiva é suspensa por falta de seringas

O vírus da raiva é transmitido aos seres humanos através da saliva de cães, gatos, micos e morcegos, mas outros bichos como raposas e cavalos também podem passar a doença para os humanos. Segundo Antonio Peleteiro, também não é só através da mordida do animal que a raiva é transmitida, arranhões, mesmo que aparentemente superficiais, são igualmente perigosos e exigem o mesmo tipo de cuidado. O período de incubação da doença também é longo, variando de 15 dias até um ano depois do contato com o animal doente. 

 

Os primeiros sintomas da raiva no cão são agitação e hidrofobia (medo de água). Em seres humanos, além desses sintomas, ocorre também a dificuldade para beber água, o paciente não consegue deglutir porque apresenta espasmos na garganta, na região da glote.

 

Fonte: *Via:Blogue do Sombra

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