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GREVE DOS ÔNIBUS: “Produza sua arma, vai para a rua, vai lutar”, diz representante do Sindicato dos Rodoviários

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“Produza sua arma, vai para a rua, vai lutar”, afirmou um diretor do sindicato dos rodoviários na manhã desta segunda-feira (28), durante ato de paralisação da categoria,  no Terminal Rodoviário do Setor O. “A gente pode até restabelecer o serviço hoje.

 

A ideia não é que isso ocorra, mas pode acontecer”, ressaltou o sindicalista. “Se o trem endurecer mais à frente, ficar complicado mesmo, produza seus instrumentos de luta, produza sua arma, vá para a rua, vá lutar”.


Nenhum ônibus deixou as garagens e não há previsão para que os coletivos voltem a circular. Segundo a Associação das Empresas Brasilienses de Transporte Urbano de Passageiro (Abratup), que representa todas as empresas do transporte rodoviário, o sindicato não notificou a entidade sobre greve ou paralisação.

Alguns trabalhadores, inclusive, foram pegos de surpresa com o ato e impedidos de deixar as garagens.

O sindicato dos rodoviários não está satisfeito com o reajuste conseguido no início de julho.

 

De acordo com José Carlos da Fonseca, diretor da entidade, a paralisação ocorre para pressionar a conclusão da data base da categoria. “Nosso objetivo era um reajuste de 10%. Nos ofereceram 4% com promessa de, em 30 dias, repassarem um ganho real. Agora as empresas voltaram atrás”, explica.


Além do Metrô, micro-ônibus de cooperativas rodam normalmente. Por conta do aumento de carros particulares nas vias da cidade, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e o Detran liberaram as faixas exclusivas da EPTG, EPNB, W3 Norte, W3 Sul e Setor Policial Sul liberadas até a meia-noite.

Na Rodoviária do Plano Piloto, há movimentação apenas da multidão que acessa o Metrô. O fluxo, segundo a empresa, está maior que o normal.

 

Fonte: *Via JBr/Clipping

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