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SECURA PREOCUPANTE: Brasília está a 100 dias sem chuva e umidade chega na casa dos 15 por cento

Portanto, todo cuidado é pouco...

Capital Federal está há 99 dias sem chuva, segundo o Instituto Metereológico de Brasília.

Em agosto, foram registrados índices menores a 15% da umidade relativa do ar, quantidade considerada prejudicial à saúde, se não tomados os cuidados necessários.


Apesar de a seca visitar Brasília anualmente, a população sofre com os baixos índices de umidade e com a prolongada estiagem que assola a capital brasileira.

Os hospitais aumentam o fluxo de pessoas com problemas respiratórios e alérgicos, transtornos que afetam principalmente as crianças e idosos.


Durante o inverno com as baixas temperaturas aliadas à seca, o risco de desidratação é alto, portanto atente-se aos seguintes sinais: boca e pele secas, urina de coloração escura, fraqueza e/ou tontura, dor de cabeça, cansaço e aumento da freqüência cardíaca.

Estes sintomas podem te alertar de um quadro de desidratação, que se não tratado, poderá acarretar em perda da consciência, desmaios, diminuição da pressão arterial, coma e podendo chegar a óbito.


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Se São Pedro não abrir as torneiras (o que é pouco provável) até a quinta, 31, Brasília terá completados 100 dias sem chuva. E seja no frio ou no calor, os brasilienses enfrentam uma longa estiagem, com registros de umidade do ar abaixo dos 20%. Isso configura estado de alerta.

 

O pior é que, apesar de a seca se repetir todos os anos, os brasilienses sempre sofrem com essas condições extremas, o que facilita o surgimento de problemas na pele, no sistema respiratório e em outras partes do corpo humano.


Cansaço e indisposição podem ser se tornar mais frequentes, principalmente quando a seca vem combinada com temperaturas mais altas.

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“O ideal é dar preferência para refeições mais leves, com verduras, legumes, alimentos que tenham uma digestão mais fácil”, recomenda o nutricionista Daniel Novais. Os sucos também são uma ótima forma de recuperar a hidratação, além de oferecerem diversos nutrientes, mas é preciso cautela.

– Não se pode usar a desculpa do tempo seco para exagerar nos sucos. Eles perdem as fibras das frutas e acabam sendo absorvidos rapidamente, não dão uma saciedade prolongada e têm muita frutose, o açúcar das frutas. A pessoa pode acabar consumindo muitas calorias sem nem perceber, alerta o profissional.


A água, pura, é a melhor opção. Mas não caia na regra dos dois litros por dia. “Essa é uma medida geral. A quantidade de água que uma pessoa realmente precisa varia de acordo com alguns padrões individuais, como a prática de atividades físicas. Pode ser menos ou mais do que dois litros, o indicado é buscar orientação profissional”, orienta.


E aquela cerveja “trincando” pode até ajudar a refrescar, mas a hidratar, não. “A bebida gelada dá a impressão de diminuir a sede em um primeiro momento, mas na verdade o álcool desidrata o organismo. É importante intercalar a bebida alcoólica com copos de água, o que ajuda inclusive a evitar uma ressaca, que está muito ligada à desidratação”, afirma Daniel.


Nessa época do ano, uma das partes do corpo mais afetadas é a pele. “Ela é uma das principais barreiras de proteção do organismo. Se estiver ressecada, pode ficar mais suscetível a doenças de pele, manchas, feridas e entrada de agentes maléficos”, explica o dermatologista Erasmo Tokarski. A oleosidade natural é muito importante para manter a saúde desse órgão.

Uma das orientações é usar cremes hidratantes. “E não tem isso de quanto mais caro melhor. Em termos de hidratação, os mais eficazes são os cremes consistentes, grossos, com glicerina, óleos e outras substâncias que ajudem a fixar o efeito”, indica o especialista. Mas isso depende do local de aplicação.


“A pele do rosto é mais delicada, por isso é melhor usar produtos específicos para a face, principalmente se a pessoa tiver tendência a acne ou outros problemas.” Os lábios também devem ser protegidos com hidratantes labiais. Outras dicas são evitar banhos quentes, uso de buchas e de exposição ao sol no horário das 10h às 16h.

 

Fonte: *Por:Carolina Paiva/Notibras/Clipping

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