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REAJUSTE SALARIAL: Sem acordo, rodoviários e empresas de ônibus voltam a se reunir dia 4, 2a. feira

Até lá, o sindicato dos motoristas e cobradores garante que não haverá paralisação dos serviços

Depois de quase quatro horas de negociação, rodoviários e representantes de empresas de ônibus do Distrito Federal – com a presença do secretário de Mobilidade Urbana, Fábio Ney Damasceno – decidiram nesta quarta-feira (30/8) suspender a reunião de conciliação conduzida pela vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10), desembargadora Maria Regina Machado Guimarães.


Na próxima segunda-feira (4/9), as partes voltam a se reunir às 9h30. Até lá, o Sindicato dos Rodoviários garante que não haverá greve.

Os rodoviários reivindicam reajuste salarial com ganho real sobre a inflação, além de aumento para tíquete-alimentação, cesta básica, plano de saúde e plano odontológico.

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Já as empresas de ônibus alegam não ter condições de arcar com aumento superior ao percentual de reposição da inflação.

 

No início de julho, os rodoviários conseguiram 4% de aumento.

 

Agora, pedem mais 2% para que o ganho seja real (acima da inflação) e ainda que não haja cortes nos planos de saúde e odontológico (além de aumento dos valores), assim como aumento na carga horária de trabalho.

 As empresas ofereceram reajuste salarial total de 4,5% e afirmam não terem sido notificadas da paralisação.

Na tentativa de ajudar as partes a chegarem a um acordo, a procuradora do Trabalho Paula de Avila e Silva Porto Nunes propôs o reajuste salarial de 4,5%, aumento de 5% no valor do tíquete-alimentação, 6%, na cesta básica, 14%, no plano de saúde, e 14%, no plano odontológico. 

As partes se comprometeram a analisar a proposta do Ministério Público do Trabalho antes da próxima reunião.


Na última segunda (21), os rodoviários surpreenderam a população ao paralisar as atividades no início do dia. Cerca de 850 mil brasilienses ficaram sem ônibus. Os coletivos só voltaram a circular no dia seguinte, por determinação judicial.  (Informações do TRT-10)

 

Fonte: *Por:Maria Eugênia/Metropole/Clipping

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