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TRABALHANDO: Revogação de ponto facultativo não impede falta de distritais na Câmara Legislativa

Apesar de ter tido o ponto facultativo revogado pela Mesa Diretora da Câmara Legislativa, após orientação do Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF), parte dos deputados da Casa não compareceu na sede do Legislativo local nesta sexta-feira (9/9).

Em praticamente todos os gabinetes era possível ver, pós-feriado, a maior parte dos servidores regulares trabalhando, mas não os deputados distritais.

No período da manhã, por exemplo, apenas três parlamentares deram expediente no local: o presidente, Joe Valle (PTD), e os petistas Chico Vigilante e Wasny de Roure. Segundo assessores, a maioria estava em agenda externa, fato comum às sextas-feiras na Câmara Legislativa. Mas também teve quem, mesmo sem respaldo legal, resolveu emendar o feriado de 7 de Setembro e sair de Brasília.

É o caso de Agaciel Maia (PR), que, segundo informação do pessoal de seu gabinete, foi para o Rio Grande do Norte.

Nascido lá, o distrital possui parentes e residência no estado nordestino.

De acordo a assessoria dele, a viagem tem como objetivo cuidados médicos da mãe, que tem problemas de saúde.

No período da tarde, o número de distritais aumentou. Rafael Prudente (PMDB), Robério Negreiros (PSDB), Lira (PHS), Telma Rufino (Pros), Bispo Renato Andrade (PR) e Professor Israel Batista (PV) compareceram à sede do Legislativo.

 

Alguns a pedido de Joe Valle, que chamou uma reunião na Presidência para discutir o substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 122/17, que altera as regras da Previdência dos servidores do GDF.


Duas parlamentares justificaram suas ausências. Liliane Roriz (PTB) tirou o dia para acompanhar seu pai, o ex-governador Joaquim Roriz, em sua recuperação.

Ele amputou parte da perna direita e dedos do pé esquerdo por conta de complicações da diabetes. Sandra Faraj (SD) está de licença: ela deu à luz ao seu primeiro filho, Benjamin Kalel, na quinta-feira (7).

Entre os servidores, o número de ausências foi visualmente pequeno. Por terem direito a cinco dias de abono por ano, alguns funcionários preferiram usar o benefício e garantir mais dias de descanso. Por não ser necessário a publicação do abono no Diário Oficial da Câmara Legislativa(DCL), o número de ausências não pôde ser aferido.

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

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