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"PODE ISSO, ARNALDO?": Após roubo de bebê, HRAN ainda está com câmeras desligadas

A compra das câmeras foi realizada em 2012, em um total de 900 unidades. Elas seriam distribuídas entre os hospitais públicos.

O chocante crime do sequestro de um recém-nascido no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) completou três meses na última semana.

Naquele dia, as 20 câmeras instaladas no unidade poderiam ter captado as imagens da ação, mas o sistema não funcionava. Até hoje, nada mudou.

 

O bebê foi resgatado no dia seguinte, com a ajuda de denúncia de familiares. Segundo a Polícia Civil, as maiores pistas foram "inconsistências" nos dados apresentados na portaria do hospital. Os detalhes nunca foram informados pelos investigadores para que a fraude não pudesse ser repetida. A Secretaria de Saúde afirmou ao Destak que reforçou a vigilância da instituição, mas que "não há previsão para funcionamento das câmeras".

 

No mesmo dia em que o recém-nascido desapareceu, a Secretaria informou que o contrato para o sistema de monitoramento havia sido suspenso pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que desmentiu a versão logo em seguida. De acordo com informações da Justiça, o equipamento não funciona devido à falta de peças essenciais para o funcionamento, que não constavam na licitação.

 

A compra das câmeras foi realizada em 2012, em um total de 900 unidades. Elas seriam distribuídas entre os hospitais públicos. O investimento foi de R$5,3 milhões. Até novembro do ano passado, apenas 95 haviam sido instaladas, 20 delas no HRAN.

 

Relembre o caso

Gesianna de Oliveira, de 26 anos, fingiu estar grávida por oito meses antes roubar o bebê, no dia 6 de junho. O sequestro ocorreu por volta das 12h, enquanto o bebê dormia sozinho em um dos quartos da maternidade. No dia seguinte, a sequestradora foi abordada pela Polícia Civil em sua residência. Ela ficou presa sete dias, mas devido a complicações psicológicas, responde em liberdade.

 

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